Simetria trabalha com aulões para atrair participantes

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Dando sequência as atividades realizadas em sua sede, situada a Rua Augusto dos Anjos, 994, a Simetria Academia vem realizando aulões de Treinamento Funcional e Hidroginástica, no sentido de ampliar o conhecimento da população em adquirir a prática de atividades físicas.

Recentemente a Simetria realizou um aulão de hidroginástica em sua sede, visando aprimorar o conhecimento dos praticantes sobre atividades físicas realizadas na água e ampliar o conhecimento de seus participantes.

Os trabalhos aconteceram sob a direção dos professores Loana Patrício, Thaís Albuquerque, Eli Alves e Raimundo Neto, todos educadores físicos regularizados junto ao Conselho Regional de Educação Física-CREF-PB.

Os trabalhos foram abertos ao público e utilizaram a piscina de dimensões 6×12, em atividades para o desenvolvimento corporal, utilizando acessórios como parte do treinamento funcional adaptado dentro da piscina, semelhante ao que se utiliza nas atividades de equilíbrio e força muscular no Treinamento Funcional.

De acordo com o professor Eli Alves, chamar a atenção dos participantes se faz necessário, e isso tem trazido um resultado bastante favorável. “O número de praticantes das modalidades aquáticas vem aumentando através da formação de turmas de segunda a sexta-feira e por isso, estamos abrindo ainda mais as portas da Simetria”, destacou.

Ainda segundo Eli, o trabalho é aberto as famílias e frequentadores que poderão ver de perto as atividades para conhecer o profissionalismo da equipe. “Tratamos com muito cuidado cada aluno e por isso, movimentos como força, resistência, flexibilidade, equilíbrio, disposição e melhoria da postura e da respiração, tudo é trabalhado pelos nossos orientadores, diminuindo assim, a frequência de lesões”, afirmou. Para maiores informações, basta ligar para 99956-1335 ou 98841-7413.

 

Número de evangélicos não para de crescer e pode já ter alcançado 30% da população brasileira

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O crescimento dos evangélicos no Brasil continua intenso e segundo o último levantamento realizado em todo o país pelo instituto Datafolha, o número chega a 29%, sete pontos percentuais a mais do que o Censo 2010 do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) registrou.

A pesquisa mostra que entre outubro de 2014 e dezembro de 2016, o número de católicos foi reduzido em pelo menos 9 milhões de fiéis, ou 6% dos brasileiros com idade maior que 16 anos.

O levantamento do instituto realizado há dois anos mostrava que 60% da população brasileira era católica – 5% a menos que o registrado pelo IBGE em 2010 -, hoje, porém, os seguidores da igreja romana somam 50% do total.

Nos últimos dois anos, o número de pessoas que dizem não seguir nenhuma religião passou de 6% para 14%. No entanto, o professor de sociologia Reginaldo Prandi, docente da Universidade de São Paulo, afirma que isso não significa que todos esses se tornaram ateus.

“Pode não ter religião hoje e ter amanhã. Ficou muito ao sabor da época da vida, dos compromissos que se quer assumir. A religião deixou de ser condição obrigatória para ser bom cidadão. Socialmente, a religião não tem mais papel nenhum”, teoriza o sociólogo em entrevista concedida ao jornal Folha de S. Paulo.

A matéria repercutiu dados do Centro Global de Estudos da Cristandade, que mostram que ao redor do mundo, os católicos crescem a taxas maiores que a população como um todo, mas em quantidades menores que os evangélicos, num movimento oposto aos dos não-religiosos, que crescem a taxas menores do que o número de pessoas que nascem a cada ano.

“O ritmo de crescimento da população total é 1,21% ao ano, o de católicos, 1,28%, o de evangélicos, 2,12% e o de pentecostais, 2,20%. As religiões independentes se expandem a taxas de 2,21% (chegando a 2,94% na Ásia). Já os sem-religião crescem 0,31% por ano, os agnósticos, 0,36%, e os ateus, 0,05%”, informa a Folha.

Por aqui, a redução percentual de católicos não é exatamente correspondente ao crescimento dos evangélicos, mas de acordo com informações do Pew Research, que se dedica a estudar os fenômenos sociais ligados à religião, metade dos brasileiros protestantes têm origem na Igreja Católica, onde foram criados.

Mesmo com todo o crescimento dos evangélicos, na Região Sudeste do Brasil houve redução no total de pessoas que se dizem ligados a igrejas dessa tradição cristã. Em agosto de 2006, nos estados de São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais e Espírito Santo, os evangélicos somavam 51% da população, e hoje, são 43%, um recuo de oito pontos percentuais.

De acordo com o Instituto Patoensae de Pesquisa e Estatística, como a pesquisa foi registrada em dezembro do ano passado, atualmente o número de evangélicos no país já pode, respeitando a margem de erro, ter alcançado a casa de 30% da população, o que significa uma projeção de que 62.298.279 brasileiros, dentro dos 207.660.929 da nova estimatima populacional divulgada pelo IBGE, já possam ser evangélicos.

Informações: Datafolha.

Saiba como o evangelho de Jesus Cristo chegou ao Brasil

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Foi o não-conformismo que levou Lutero, no dia 31 de outubro de 1517, a fixar na porta da catedral de Wittenberg, as noventa e cinco teses que refutavam as práticas absurdas e abusivas da Igreja Católica. Esta data tornou-se o marco de uma reforma que já havia começado bem antes com homens que, dentro de seu contexto, também não se conformaram e ousaram mudar a história, não permitindo que o evangelho se estagnasse.

O movimento reformista do século XVI se alastrou por todo o mundo, dando vazão ao desejo do povo por liberdade religiosa: Alemanha, Escócia, Dinamarca, Suíça, França, Noruega… E chegou ao Brasil em 1557, quando fora celebrado o primeiro culto protestante. Este primeiro culto evangélico em solo brasileiro foi celebrado no dia 10 de março de 1557, por protestantes franceses. Eles chegaram à Baía de Guanabara, fugindo da perseguição em seu país, e à procura de uma nova pátria. O pregador baseou-se no Salmo 27:4: “Ao Deus Eterno peço somente uma coisa: que Ele me deixe viver na Sua casa todos os dias da minha vida, para sentir a Sua bondade e pedir a Sua orientação”. O culto foi dirigido pelo pastor Pierre Richier – (Fonte: http:// textosdareforma.net).

Estes homens estavam convictos, por isso ousaram mudar a história, e em toda parte do mundo havia focos da reforma protestante que, apesar da resistência católica, manifestada nos atos da inquisição, ainda assim, permanecia vivo no coração daqueles homens o ardor da verdade e do desejo por mudanças.

No Brasil não foi diferente. No ano seguinte chegaram as perseguições e os missionários foram obrigados a planejar sua volta para a França. Embarcaram num velho navio chamado Jacques, em 04 de janeiro de 1558. Mas, depois de sete ou oito dias de viagem, o navio começou a fazer água. Correndo risco de afundar, para diminuir peso, cinco missionários resolveram voltar para a Baía de Guanabara. Eram eles: Jean du Bourdel, Matthieu Verneuil, Pierre Bourdon, André la Fon e Jean Jacques le Balleur.

Em terra, tiveram de enfrentar a crueldade de Villegaignon que procurava motivos para condená-los à morte. No propósito de condená-los, Villegaignon elaborou um questionário com perguntas controvertidas e pediu respostas aos missionários. O pedido foi feito no dia 08 de fevereiro de 1558, com prazo de doze horas para resposta. A resposta foi a 1ª Confissão de Fé do Continente Americano. Esta Confissão foi tomada como prova de acusação. Villegaignon, no dia 9 de fevereiro de 1558, mandou prender e martirizar os quatro missionários que subscreveram. Apenas Jean Jacques le Balleur não subscreveu a Confissão, tendo fugido para São Vicente (São Paulo), escapando da morte naquele momento.

Em 1591, chegaram oficialmente ao Brasil os tribunais da Santa Inquisição. A Inquisição se instalou no Brasil em três ocasiões: em 09 de junho 1591, na Bahia, por 3 anos; em Pernambuco, de 1593 a 1595; e novamente na Bahia, em 1618. Todos os que confessavam não crer nos dogmas católicos eram sentenciados. Praticamente a metade dos prisioneiros brasileiros, novos convertidos, eram mulheres.

Na Paraíba, Guiomar Nunes foi condenada à morte, na fogueira, em um processo julgado em Lisboa. A Inquisição interferiu profundamente na vida colonial brasileira durante mais de dois séculos. Um dos exemplos dessa interferência era a perseguição aos descendentes de judeus. Os que estavam nesta condição podiam ser punidos com a morte, confisco dos bens ou, na melhor da hipótese, ficavam impedidos de assumir cargos públicos.

Segundo historiadores, 1761 foi o fim da inquisição católica no Brasil. Com isto chegam ao Brasil os primeiros luteranos, os metodistas e, em dia 12 de agosto de 1859, chega o primeiro missionário presbiteriano, pastor Ashbel Green Simonton, ao Rio de Janeiro, que funda a Igreja Presbiteriana.

Quarenta e quatro anos mais tarde, surge a Igreja Presbiteriana Independente do Brasil (IPIB), fundada pelo Carlos Pereira, em São Paulo. E, no dia 08 de janeiro de 1975, consolidou-se a formação da Igreja Presbiteriana Renovada do Brasil, igreja esta que teve seu nascedouro na fusão das Igrejas Cristã Presbiteriana e Presbiteriana Independente Renovada.

Alexandre Moraes defende o ensino religioso nas escolas

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O ministro Alexandre de Moraes, um dos membros do Supremo Tribunal Federal (STF), votou contra o pedido da Procuradoria Geral da República (PGR) para que a promoção de crenças na disciplina de ensino religioso não ocorra. O voto se deu nesta quinta-feira (31).

O voto foi dado em discordância em relação ao ministro Luís Roberto Barroso, que defende a separação entre a fé do professor responsável em relação ao conteúdo da disciplina de ensino religioso.

Assim, diferentes crenças seriam ensinadas com suas dimensões histórias e sociais. Alexandre Moraes acredita que a ação limitaria a liberdade de expressão dos professores e seria contrária à Constituição.

“O ministro da Educação baixaria uma portaria com os dogmas a serem ensinados, em total desrespeito à liberdade religiosa. O Estado deve ser neutro, não pode escolher da religião A, B ou C, o que achar melhor, e dar sua posição, oferecendo ensino religioso estatal, com uma nova religião estatal confessional. Não é essa a ideia da Constituição”, afirmou.

gospelprime.com

Assembleia de Deus do Amapá celebra centenário com Dia de Ação Social

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A igreja evangélica Assembleia de Deus no Amapá organizou uma ação social aos moradores na Zona Norte de Macapá, no sábado (15). Foram realizadas emissões de documentos, atendimentos médicos, serviços de beleza e saúde bucal, na mobilização que ocorreu na central de atendimentos Super Fácil, do bairro São Lázaro.

A ação que teve o apoio do governo do Amapá e prefeitura de Macapá faz parte da celebração dos 100 anos da igreja no estado, com o objetivo de alcançar as diversas comunidades da capital.

Conforme o coordenador da iniciativa, pastor Valdecir Borges, além de celebrar o centenário da igreja, a meta foi oferecer atendimentos para as pessoas que muitas vezes não têm acesso rápido aos serviços “nas áreas de saúde, jurídica e administrativa”, disse.

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Entre os atendimentos foram oferecidos: aferição de pressão, teste de glicemia, orientação nutricional, teste físico, orientação sobre saúde bucal, com assistência de odontológico, consulta médica, corte de cabelo, consultoria jurídica, com advogado e orientação espiritual. O ônibus do Centro de Referência de Atendimento à Mulher (Cram) fez atendimentos voltados para o público feminino.

Além dos serviços, membros da igreja fizeram atividades de recreação para crianças, apresentações musicais e artísticas, além de distribuição de livros motivacionais, cartilha educativa e mensagens cristãs.

A ação foi elogiada pelos moradores que aproveitaram o sábado para procurar algum serviço que foi ofertado. A cabeleireira Edivandra Cardoso (42), estava aguardando atendimento para tirar a segunda via da carteira de identidade.

“É uma boa oportunidade para quem como eu não tem tempo durante a semana para resolver esses problemas. Ainda bem que soube da ação e vim logo providenciar minha segunda via da identidade, pois é um documento essencial. A ação veio em boa hora”, afirmou.

Keila da Silva aproveitou a ação para buscar atendimento médico e saúde bucal. “É difícil conseguir esses serviços normalmente, porque os postos sempre lotam. Hoje vim cedo e consegui mais rápido, felizmente”, relatou satisfeita. Com informações do G1