Igreja do Nazareno: Proclamando a boa dádiva de Nazaré para o Sertão

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Vinculada ao Distrito Nordeste-PB/PE, a Igreja do Nazareno em Patos teve seu início a partir de fevereiro de 1996, com um olhar especial voltado ao Conjunto Noé Trajano, localidade onde não se registrava a presença de nenhuma igreja evangélica até aquele momento.

Equipe de Americanos que construiu o templo da Igreja do Nazareno em Patos

Com o desafio de abrir uma igreja no sertão, Patos acabou sendo a cidade escolhida, cabendo ao pastor Fernando Dionísio de Araújo Silva, pastor desde 1986 e a missionária Joana Darc Barbosa de Araújo Silva, pastora desde 1996, até então residentes em João Pessoa, a missão de iniciar o novo trabalho, vinculado a Igreja do Nazareno Nordeste, cuja sede regional era João Pessoa.

No começo, a estratégia era fazer amizades, e o trabalho com aulas de espanhol para jovens e adultos em sua residência, situada a Rua Luiz José, 709, ao lado da Escola Alzanir Lacerda, foi um caminho que deu certo, pois permitiu o acesso a comunidade e possibilitou um maior conhecimento na cidade, para quebrar as resistências.

No Jardim Lacerda, o trabalho aconteceu por cerca de um ano de duração, mudando para a a Rua Estudante José Targino, no Conjunto Noé Trajano em 1997, onde fixou endereço permaneceu entre janeiro e março daquele ano. O trabalho teve início em abril de 1997, na Rua Severino Inácio, ainda na própria residência do casal Fernando e Joana, com um grupo de aproximadamente 15 a 20 pessoas a frequentar os cultos, parte deles ainda visitantes.

Templo atual em fase de acabamento. Ano de 2002

O ministério passou a fase de semeadura e enfrentou as dificuldades de todo começo, fator que permaneceu até o segundo semestre de 1999, época em que começaram a aparecer os primeiros resultados. Naquele ano, o endereço mudou-se para a Avenida Portugal, no vizinho bairro Jardim Europa, permanecendo por lá até treze de fevereiro de 2002, quando voltou para o Noé Trajano, precisamente a Rua José Borges.

O trabalho evangelístico reunia nos cultos um pequeno grupo, mas com a expectativa de que o crescimento de Deus iria chegar. Depois disso, aconteceu o início de um propósito colocado diante da igreja, que era orar pelo terreno, fato ocorrido pelas mãos do Advogado Bruno Vinícios, de Recife-PE, que fez a doação do terreno medindo 10mx20m, de onde surgiria o templo atual na Rua João Gomes, S/N, conjunto Noé Trajano.

Primeiros cultos, restando o acabamento, ano de 2003

A construção do templo teve início em janeiro de 2002, através de um grupo de dezenove americanos do estado de Michigan, no Norte-Nordeste dos Estados Unidos, e liderados pelo pastor Jack French, que além de recursos, doaram tempo e suor para que as paredes fossem erguidas, num espaço com capacidade para mais de 200 pessoas. “Era um sonho realizado, uma vez que muitos ministérios enfrentam a rispidez de populações formadas com valores culturais contrários ao evangelho de Jesus”, disse pastor Fernando.

De congregação, a igreja foi organizada em 17 de dezembro de 2001, com 32 membros, chegando a adquirir a autonomia ministerial para decidir sobre os assuntos locais e ao mesmo tempo, sobre assuntos ministeriais internos ou externos, a exemplo da relação com as igrejas co-irmãs de Patos e Região.

Como todo trabalho que frutifica, a expansão do ministério era algo inevitável, e outros bairros também foram alcançados pela Igreja do Nazareno. Vieram o ponto de pregação do

Templo nos tempos recentes, ano de 2015

bairro Sete Casas em 2001, situado a Rua Pedro Saraiva Moura, s/n, liderado pela pastora Gorete dos Santos Gonçalves e Luiz Sales; a Congregação do Jatobá, iniciada por volta de 2010 e localizada a Rua Donato Lócio, é liderada pelo pastor José Lacerda Neto e pela pastora Josicleide; além da terceira Congregação, localizada no Bairro dos Estados.

Em relação ao trabalho social, a Igreja do Nazareno promove atividades junto a Associação Beneficente Abnoan Lourenço-ABENAL, por meio de onde são assistidas cerca de 130 crianças de aproximadamente 80 famílias do bairro sete casas. Nas datas comemorativas, destacam-se programações eclesiásticas voltadas ao carnaval, onde são realizados retiros com participação de quase toda a igreja, Cultos nos domingos de Páscoa; Dia dos pais; Das Mães; Da Criança; do Pastor; Natal e Ano Novo, além do 18 de maio, que marca o Dia Nacional de Luta contra a Violência e a Exploração Sexual de Crianças e Adolescentes, e as comemorações do Outubro Rosa, no mês de outubro.

Membros existentes em 2015

Com os cultos realizados as terças e quintas 19:30 h, e nos domingos com a Escola Bíblica Dominical-EBD e o Culto de Adoração às 18:30 h, unificar a visão ministerial do meio evangélico em Patos, é para o pastor Fernando o principal objetivo da Igreja do Nazareno, fator este que segundo ele, será capaz de permitir a realização de grandes eventos, a exemplo de conferências, Dia da Bíblia e atividades que permitam ao pecador ser impactado em suas necessidades espirituais.

Com quase 20 anos em Patos, a igreja busca ser uma forte base missionária na formação de líderes para o campo missionário, através de um seminário em Patos, como extensão do seminário da denominação em João Pessoa. O trabalho abrange Patos e Várzea, mas deve ser estendido a outros municípios.

Conheça a história da Ação Evangélica e os momentos mais importantes em mais de 75 anos

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Com celebração oficial a cada mês de maio, a igreja Ação Evangélica (ACEV) foi fundada em 1938 pelo Pr. Eduard Mundy e a sua esposa Dora que vieram da Inglaterra ao Brasil naquele ano, com a difícil missão de evangelizar o interior do Nordeste Brasileiro. Pastor Eduard nasceu no dia 19 de Julho de 1904 em Tytherly, cidade localizada no sul da Inglaterra, sendo de família grande, humilde e de classe operária.

Quando chegou à idade de trabalhar, começou sua experiência com o trabalho nas fazendas da região. Edward Mundy converteu-se ao evangelho de Jesus Cristo no dia 27 de Fevereiro de 1923, numa Igreja Metodista, quando uma pregadora chamada Greta, visitava aquela zona rural e ouviu para ele, a mensagem pela janela da Igreja através da pregadora.

Já no ano de 1931, Eduard sentiu o chamado de Deus para servir ao Senhor no Brasil, ideia esta que contou com a resistência da sua esposa Dora, cujo conflito persistiu por cerca de alguns anos, até chegar 1938, quando Eduard foi acidentado duas vezes num período de cinco semanas. Primeiro, foi com uma serra elétrica que cortou severamente os músculos de um braço, e depois ele quase morreu de uma queda de cavalo, permanecendo inconsciente durante vários dias, e dentro desse período a sua esposa disse a Deus que se Ele restaurasse o seu esposo então ela aceitaria ser missionária ao lado dele no Brasil.

Assim, chegou o momento de Deus em 20 de Agosto de 1938, quando o casal Mundy partiu do porto de Southampton na Inglaterra (o mesmo porto de onde partiu o Titanic) no navio

Pr. Edward e Missionária Dora no embarque para o Brasil

Almanzora às 11.00 horas da manhã com destino a Recife, cuja chegada aconteceu em 02 de setembro de 1938. No Brasil, eles permaneceram na capital pernambucana por um ano e três meses aprendendo a língua portuguesa e evangelizando na região, indo em seguida para Garanhuns, onde foram recebidos por uma família sueca no início dos anos 40, e permaneceram por um ano. Durante este período, a Segunda Guerra Mundial começou e complicou bastante a vida dos missionários por causa das dificuldades que surgiram em relação ao envio de sustento para eles da sua terra natal.

No inicio de 1940, os Mundys mudaram para Princesa Isabel para estabelecer a primeira sede da ACEV, na época com o nome de Primeira Igreja Pentecostal, conhecendo o senhor José Soares, pai da missionária Xandú Soares, que por muitos anos ficou a frente da Igreja Filadélfia Pentecostal da cidade de Patos. Com a visão de evangelizar os lugares mais difíceis do interior, razão pela qual o trabalho não começou por Patos, onde se estabeleceu anos mais tarde a presidência do ministério, Edard e Daise Mundy começaram o trabalho por Princesa Isabel (1942) e Flores-PE (1945). Em Princesa, o padre local anunciou que

Local de culto do Trabalho nos anos 50, antes da construção do templo atual

confiava na Virgem Santa que o evangelho nunca entraria em Princesa Isabel. Mas entrou! O padre amaldiçoou o Pastor Eduard e incentivou o povo a acabar com ele. Entretanto, um delegado crente que havia sido enviado à Princesa Isabel um mês antes, sob a providência divina, deu proteção policial aos missionários. Mesmo com algumas decisões a perseguição continuou muito forte.

No dia 2 de Janeiro de 1943 nasceu o primeiro filho dos Mundys, Geraldo, depois de 17 anos de casados. Entretanto, a felicidade durou pouco porque o menino morreu com disenteria aos seis meses de idade. Em 17 de Agosto de 1944, o seu segundo filho, Graham, nasceu. Quando ele também adoeceu os seus pais o levaram para a Inglaterra. Chegaram lá em Janeiro de 1945 num período de intenso frio e guerra. Lá nasceu a primeira filha, Ruth. Pastor Eduardo, esposa e dois filhos voltaram ao Brasil por avião no dia 20 de Setembro de 1946. Um mês depois a sua filha morreu.

No ano seguinte, Pastor Eduardo Mundy começou a expandir o trabalho da ACEV para

Pr Frank e Pr. Edward realizando batismos por volta de 1970

outras cidades, apesar da perseguição. Trabalhos foram iniciados em Patos, Teixeira, Serra Grande e Misericórdia (hoje Itaporanga) e em Junho de 1948 o Pastor Eduardo mudou a sede da Missão para Patos que tinha na época uma população próxima a 48 mil habitantes. 1949 foi um ano que viu a chegada de reforços da Inglaterra para ajudar a Missão no Brasil. Em 27 de Janeiro, chegou o irmão Bernard Snelgrove e em abril chegaram Frank e Ivy Dyer, que trabalharam conjuntamente por mais de um ano. Em julho de 1950 chegaram mais dois casais: Albert e Mary Peasley; e Gordon e Jaqueline Emmens. Os Peasleys foram trabalhar em Conceição e os Emmens no Ceará, e assim, o trabalho ia crescendo.

Os Dyers viram a sua primeira filha, Elizabeth, nascer em Patos, antes de partir para morar em Princesa Isabel onde seu filho Samuel nasceu. Todos os missionários viajaram

Construção do telhado da igreja, no início da década de 60

muito em cima de caminhões, animais e bicicletas. Numa carta de 1951, o Pastor Frank relata uma viagem evangelística de Princesa Isabel à Carnaúba de bicicleta que levou 5 horas e meia. Porém, até 1956, Bernard Snelgrove e os Emmens já tinham ido embora. Os outros permaneceram, apesar de muita oposição e ameaças, e o evangelho ia sendo espalhado para a glória de Deus.

À medida que o Evangelho ia sendo divulgado nos sertões, pessoas iam se convertendo, embora que o avanço da igreja evangélica era muito difícil e lento. Aos poucos, lideranças brasileiras iam surgindo para fortalecer o trabalho, que já tomava forma brasileira em toda a área de atuação da ACEV na Paraíba, Pernambuco e no Ceará. Entre eles, destaque para Zacarias Salvador Pereira, José Paulino, Manoel Roberto das Chagas, José Pereira, Manoel Soares, José Soares, Manuel Lourenço, e Antônio Ferreira (Pirambeba), além do

Pr. Edward, Miss. Dora e o seu filho Graham, na década de 50

Diácono Vicente de Paula Conserva, Diácono Manoel Clementino, Presbítero Cesário de Paula Conserva e a Missionária Alexandrina Soares (Xandú Soares, posteriormente fundadora da Igreja Filadélfia Pentecostal).

Em quase 20 anos de evangelização, a ACEV já contava com trabalhos em três estados nordestinos. Em Pernambuco, havia igrejas e congregações em Serra Talhada, Flores, São José do Egito, Tabira, e Jasmim. No Ceará, havia trabalhos na região de Juazeiro do Norte e na Paraíba em Princesa Isabel, Patos, Serra Grande, Tavares, Boqueirão dos Cochos, São José das Caianas, Manga dos Bois, Itaporanga e Conceição.

Em 1958, começou um terrível e intenso período de perseguição em Patos. Padre Dutra e Frei Damião eram figuras chaves na incitação à violência contra os evangélicos. Eram dias que exigiam muita coragem para ser crente, mas pela graça de Deus, o trabalho

Natal de 1950, no primeiro endereço da ACEV, na época Primeira Igreja Pentecostal

continuou firme. Todos os jornais, relatando os acontecimentos desta época de perseguição intensa, estão guardados nos arquivos da ACEV. A violência só diminuiu quando as autoridades britânicas tomaram conhecimento da violência através de um missionário canadense, Dionísio Pape, que passou por Patos. As autoridades Britânicas comunicaram-se com a Policia Federal Brasileira e tudo mudou.

Cartas de 1959 falam dos pastores Eduardo e Frank pregando em lugares como Tavares, Água Branca, Santa Terezinha, Imaculada e Juru. Em 1960, eles foram à Brasília, que estava em construção, para examinar a possibilidade de iniciar uma Igreja lá também. Foi em 1963, que o templo atual começou a ser erguido, depois de algum tempo realizando os cultos na Rua da Baixa, conhecida a época como Rua do Mosquito e na Rua do Prado, em um pequeno espaço próximo onde fica a sede do ministério nos dias atuais.

Esta foi a primeira liderança da ACEV. Em pé:Evengelista Manoel Roberto; Irmão Clementino; Graham Mundy; Cesário; Maria, Mãe de Jacinete e a Missionária Xandú Soares. Sentados: Missionária Ivy; Pastor Frank; Pastor Edward e Irmão Inácio, pai de Josinete.

Em 1961, os Missionários Peasley saíram da ACEV e a irmã Dora voltou à Inglaterra devido a sua má saúde. Naquele tempo, foram 23 anos de perseguição e trabalho árduo, a semente da Palavra e do amor de Deus foi plantada para chegar a este ponto no ministério da Primeira Igreja Pentecostal, (ACEV). É importante entender que o crescimento da ACEV, como todo trabalho no sertão nordestino, não seguia uma linha reta de progresso constante. Havia várias situações em que igrejas foram estabelecidas, mas com a seca, fenômeno frequente no Nordeste, os membros foram embora, e a igreja ficou dizimada.

Após a morte do Pastor Eduardo, num acidente de trânsito em Recife, no dia 3 de Março de 1971, o Pastor Frank Dyer assumiu a presidência do ministério. Homem corajoso e com medalhas por bravura da 2ª guerra mundial, Frank trabalhava para o Senhor com calma e humildade e muita mansidão. Pastor Frank foi um homem exemplar de fé e fidelidade Cristã. Em 1972, veio o Pastor John Medcraft, a sua esposa Elizabeth, e filha Deborah ao Brasil, para reforçar a liderança da ACEV, e cooperar com o seu desenvolvimento. E em

Evangelismo na cadeia de Conceição nos anos 70. Missionária Ivy e evangelista Zacarias, no comando

1973, o estatuto da igreja foi aprovado, sendo a sua diretoria eleita para um mandato de quatro anos. Quando o Pastor Frank faleceu no dia 8 de Novembro de 1987, Pastor John assumiu a presidência da ACEV, havendo sido esse o tempo em que ocorreu a mudança oficial de nome do ministério, que passou a denominar-se Ação Evangélica e não mais Primeira Igreja Pentecostal.

Em 1973 a ACEV havia sido formalmente registrada como entidade brasileira independente, mas o estatuto deixou muito a desejar. Hoje a ACEV continua sob a presidência do Pastor John Medcraft (agora naturalizado brasileiro), eleito nas Convenções da Missão, e um crescente número de pastores e missionárias.

A ACEV hoje tem igrejas animadas e avivadas e anti-legalistas, que enfatizam a importância da exposição Bíblica, o louvor a Deus atualizado e sem medo de ser brasileiro. A prática do Evangelho integral com um grande número de projetos de ação social é outra marca da ACEV. Em 1994, a ACEV foi reconhecida como utilidade pública municipal na sua cidade sede em Patos, e como utilidade pública estadual da Paraíba em 2004. A ACEV também faz parte das seguintes redes evangélicas nacionais: RENAS (Rede Evangélica

Templo atual, amplamente reformado

Culto de 75 anos da ACEV comemorado em 2012

Nacional de Ação Social), Mãos Dadas (trabalhando com crianças carentes e em situações de risco), e FALE (uma rede evangélica de defesa de direitos). A ACEV trabalha também em parceria com a EAB (a missão que fundou a ACEV) e Tear Fund (Reino Unido).

Genival Junior-Com informações acevbrasil.org.br

 

2ª Igreja Presbiteriana completa 7 anos em Patos

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Localizada no conjunto Bivar Olinto, zona Oeste de Patos, a 2ª Igreja Presbiteriana do Brasil comemora neste final de semana, o seu sétimo aniversário de existência na cidade de Patos.

O tema este ano, foi O Mundo Clama Por Missões e estará sendo comemorado até amanhã, 02/11, quando haverá o encerramento da programação festiva.

O culto teve a direção do pastor Rivaldo Gomes, com a realização de um momento marcante. Durante o culto, tivemos várias apresentações, incluindo os departamentos infantil e adulto, com temáticas alusivas a festa.

Segundo o pastor Rivaldo, o propósito da festa é despertar a igreja para sua responsabilidade nos dias atuais, pois temos que assumir o nosso papel no equilíbrio da vida social das pessoas.

HISTÓRIA:

A 2ª Igreja Presbiteriana do Brasil começou como uma congregação organizada no ano de 2004, através do presbitério da Primeira Igreja Presbiteriana do Brasil, situada a Rua Irineu Jofily, no bairro Santo Antônio.

Os primeiros três anos foram na condição de Congregação, onde tivemos o apoio da denominação até o momento da emancipação.

Em 2007, a igreja foi oficialmente inaugurada no mês de outubro, saindo da sua condição inicial de Congregação e já tendo a frente o pastor Rivaldo Gomes.

Com o desmembramento, a congregação do Sítio Grossos, município de Santa Terezinha, e responsável pela chega dos primeiros missionários em nossa cidade foi repassada da primeira para a segunda Igreja Presbiteriana.

Depois disso, surgiram as congregações de Filadélfia, em santa Terezinha-PE; Desterro-PB; e do bairro Liberdade em Patos, além de um Núcleo no bairro salgadinho, onde futuramente estará sendo organizada uma congregação.

O atual conselho administrativo da igreja é composto pelo pastor Rivaldo Gomes de Andrade, e pelo pastor Eudo Gomes como seu auxiliar direto, além dos presbíteros Antônio Eliseu, Wellington Onias Alves, Marcos Dias, Alves Júnior e Vilmar Lima.

3ª Igreja Batista: Há Mais de duas décadas anunciando o amor

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Comemorando o seu aniversário sempre no final do mês de agosto, a 3ª Igreja Batista de Patos iniciou sua trajetória no ano de 1994, quando o pastor José Bonifácio de Sousa encerrou uma jornada de quase 16 anos na primeira Igreja Batista de Patos-PIB, uma vez que sua chegada a capital do sertão aconteceu no ano de 1978.

Bonifácio foi pastor titular da Primeira Igreja Batista de Patos, a terceira denominação evangélica aberta na cidade, aconteceu por mais de um período, se revezando com outros nomes de sua época, a exemplo de Silas Melo.

Logo após o seu surgimento, em agosto de 1994, a igreja funcionou na Escola Gente Inocente e durou pouco mais de um ano, uma vez que o ministério recém criado não tinha um terreno em que pudesse erguer o templo e estabelecer as atividades.

No segundo ano, em 1995, a nova denominação, na época Igreja Batista da Vitória, passou a realizar os cultos onde funcionou a 2ª Igreja Congregacional de Patos, situada a Rua Horácio Nóbrega, próximo as Faculdades Integradas de Patos. A transferência aconteceu após um contato entre o pastor Bonifácio e o irmão Dinarte Rodrigues, filho do Sr. Elói Rodrigues.

Durante os primeiros, a exemplo do que aconteceu por muito tempo, a realização de batismos aconteceu na piscina da escola Gente Inocente, também de propriedade do pastor José Bonifácio de Sousa e em poucos anos, a Igreja Batista da Vitória passou a contar com a colaboração do pastor Mozart de Lucena Thiago, que terminou o curso de Bacharel em Teologia pelo Seminário Evangélico de Patos-SEP.

Mozart foi consagrado pastor tão logo que terminou o curso pelo SEP e auxiliou a denominação por dois períodos, havendo exercido a direção de eventos e atividades diversas, mas saiu do ministério de forma definitiva no ano de 2003, após ter tido uma passagem rápida pela Igreja Batista Filadélfia.

A mudança para o endereço atual situado a Rua Hildo Menezes, próximo ao Hospital infantil, aconteceu entre 1999 e 2000, quando foi adquirido o terreno e erguido o novo templo. Na época, a igreja realizou durante alguns meses, atividades na quadra do Tiro de Guerra 07-002, local próximo ao estádio José Cavalcanti e ao endereço atual. Já em 2003, com nove anos de fundada, o que era Igreja Batista da Vitória passou a ser 3ª Igreja Batista de Patos.

Entre os eventos comemorados pela igreja, estão o acampamento das mulheres, que acontece sempre no mês de março e normalmente com viagens a outros municípios, o aniversário da denominação, no mês de julho, mas comemorado em agosto, e o congresso de jovens no mês de novembro.

No campo social, a realização do Projeto Bem Viver em 30 de Maio de 2007, representa uma importante iniciativa, havendo sido capaz de chegar com suporte alimentar em torno de 80 famílias da cidade, principalmente nos bairros Vitória e Sete Casas, localidades mais assistidas por ser onde a igreja está socialmente inserida.

Após a virada do ano 2000 a 3ª Igreja Batista abriu a congregação na Rua do Prado, que depois de alguns anos funcionando fechou as portas. O trabalho ainda foi liderado pelos pastores Mozart Thiago, Jonas Pereira, Edson Pejoaux e Itanê Pinheiro, havendo fechado em seguida e repassado para a Igreja Assembleia de Deus Ministério Madureira, liderada pelo pastor Eliseu Serafim.

A abertura de novas congregações pela cidade é uma das principais metas do trabalho, segundo o pastor José Bonifácio de Sousa. “A porta que Deus abre ninguém pode fechar, pois as portas do inferno não prevalecerão contra a igreja do Senhor”, afirmou.

Presbiteriana do Brasil: Vencendo os desafios e ultrapassando limites

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Apesar de ter sido iniciado oficialmente nos anos 50, há indícios de que em 1912, a cidade de Patos registrou a presença do missionário presbiteriano de nome Handerlite.

O fato foi bastante discreto, pois apesar de sua passagem por Patos, nenhum trabalho chegou a ser aberto, havendo o missionário se mudado para a região de Pombal nos anos 20., pois segundo consta na publicação do jornal Boas Novas, em julho de 2000, Handerlite teria sido levado para aquela região, por meio do senhor Teófilo Oliveira, um dos primeiros convertidos na região.

Com isso, a chegada da Primeira Igreja Evangélica Congregacional no final dos anos 20, marcou oficialmente a chegada do evangelho em Patos, com o surgimento da primeira denominação na cidade.

A 1ª Igreja Presbiteriana do Brasil em Patos teve início a partir de um pequeno grupo de pessoas que deram início a congregação do Sítio Grossos, no município de Santa Terezinha, que na época ainda pertencia a Patos.

O trabalho se limitava a realização de cultos sem a presença de um líder pastoral, dada a falta de vínculo ministerial, mas seguiu nesse ritmo até o final da década de 40 do século passado, época em que Patos ainda conhecia a nova doutrina que apenas de representada por um grupo pequeno, já incomodava os grupos dominantes da época.

Antes de ser uma congregação organizada, um grupo pequeno se reunia na casa do senhor Joca Carvalho, situada a Rua do Prado, próximo ao antigo prédio da Secretaria de Educação do Município e fazia deste um espaço para crescer na cidade.

Pastor Jônathas Barros-1º líder da denominação

Segundo informações da irmã Hilda Cesário, que vivenciou de forma bastante significativa os fatos da época, os irmãos presbiterianos chegou a pertencer a Igreja Congregacional de Patos, a primeira denominação evangélica do município, a partir do seu surgimento em 2 de dezembro de 1932. Com as dificuldades da época, os primeiros cultos na Capital do Sertão aconteciam na casa dos irmãos, período em que antecedeu a construção do templo.

Na década de 50, do século passado, precisamente no ano de 1954, por iniciativa do pastor Antônio Menezes de Melo, apoiado por um grupo de irmãos, numa época em que já existiam as igrejas Congregacional, Primeira Igreja Pentecostal, (Ação Evangélica) e a Primeira Igreja Batista, surgiu a Congregação Presbiteral, vinculada ao ministério da Primeira Igreja Presbiteriana de Campina Grande, que mais tarde se transformaria na Primeira Igreja Presbiteriana de Patos.

Com o apoio de pequenas ofertas, vindas de missões estrangeiras que trabalhavam a implantação de igrejas no Brasil, a construção do templo foi o primeiro desafio a ser vencido pelo grupo de crentes presbiterianos sediados em Patos.

Até a construção do templo, situado a Rua Irineu Jofily, 116, bairro Santo Antônio e inaugurado em 02 de fevereiro de 1956, a igreja levou quase dois anos de muito trabalho e desprendimento em favor da causa. Naquele momento marcante, muitos puderam contemplar o resultado de seu empenho e refletir diante do esforço e das doações realizadas pelo próprio grupo para alcançar o resultado.

Em informação prestada no ano de 1994 e publicada no jornal Boas Novas em 2000, o Presbítero Josibias Gomes afirmou que a igreja realizou na época, campanhas de oração e de aquisição do material de construção.

Igreja Presbiteriana após ser queimada em 1958

Nonato Santos. Pastor atual

Com o desafio de fazer a igreja crescer, o irmão Pedro Gomes, (In Memorian), que disse ter visto pessoas dedicarem tempo praticamente integral para ajudar no soerguimento do santuário.

Em 1956 e 1957, anos que antecederam o ataque liderado por Frei Damião e seus seguidores, a igreja crescia e começava a incomodar lideranças católicas da cidade, a exemplo do Padre Dutra.

Segundo publicações do livro, Estatística do Culto Protestante do Brasil, que retrata estatísticas oficiais do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística-IBGE, a Igreja Presbiteriana tinha 11 membros em 1956; 97 em 1958 e 110 membros em 1963, numa época em que o trabalho continuava a crescer.

Em 28 de junho de 1958, as santas missões celebradas por Frei Damião, decidiram tentar silenciar os evangélicos na cidade, sendo um dos alvos a Igreja Presbiteriana e a Primeira Igreja Batista de Patos. Na época, ouviu-se do padre Manoel Dutra, pároco da Igreja de Santo Antônio, frases como “Desliguem o som, pois Frei Damião está na cidade”, em tom de ameaça.

Nesse episódio, segundo um levantamento histórico feito pela IPB, foi feita uma reclamação ao delegado da época, capitão Severino Dias, que assegurou o funcionamento da difusora. No momento do fato, ouviu-se frases como: “Não ficará nesta cidade nem rastro de crente”, por parte dos fanáticos raivosos seguidores do Frei.

Assim, sem nenhum tipo de proteção policial, aconteceu a agressão e o fogo se alastrou pelo teto, bancos, jogados do lado de fora e queimados, causando grande destruição, fato que se registrava por volta das 10 da noite daquele 28 de junho de 1958.

Depois disso, a igreja que na época era dirigida pelo pastor Jônathas Barros, se dispersou, e boa parte dela voltou a somar forças com os irmãos da Primeira Igreja Congregacional de Patos, que não chegou a ser atingida pelos agressores.

Em relato ao jornal Norte Evangélico, periódico de circulação na época, o pastor Silas Mello da Primeira Igreja Batista, disse que o objetivo do Padre Dutra, era varrer os evangélicos de Patos, que eram tratados pejorativamente por expressões como “bodes, Hereges, Capas Verde e Protestantes”. Assim, o trabalho parou em 1958, por temeridade as perseguições, sendo reaberto no início dos anos 60, tendo a frente o pastor Claudionor da Silveira Barreto.

Pioneiro e fundador do templo, o pastor Jônathas Barros, passou mais uma vez pelo ministério, em meados da década de 60, quando sucedeu o pastor Claudionor em 1966, durante o processo pré-denominacional em 09 de fevereiro de 1969, quando ela tornou-se oficialmente uma igreja independente.

Naquele momento, o trabalho teve início sob o comando do pastor Jair Barros, que permaneceu até 1973, deixando a liderança para o pastor João Dantas, que exerceu o seu ministério até o ano de 1988, e é até hoje o pastor presbiteriano com maior tempo de liderança pastoral na cidade de Patos.

Depois dele, passaram pastores como Francisco de Assis Lima Filho(1988-Janeiro de 1993); Silas Severo, e o presbítero Jessé Silva, durante período de transição entre janeiro de 1993 e janeiro de 1994; Alcimar Dantas Dias Novo (1994-1996); José Salvador Pereira(janeiro de 1997 a julho de 2001) Flávio Monteiro, (julho a dezembro de 2001); Ermilton Gonçalves de Barros (janeiro de 2002 a meados de 2008); Lídio Ozório dos Santos Júnior, que assumiu poucos meses depois permanecendo até março de 2013 e o por fim o pastor Raimundo Nonato Maciel dos Santos, desde março de 2013 a agosto de 2014 e Humberto Carlos Diniz, empossado no final do ano de 2014.

Ao longo dos anos, a IPB abriu duas congregações na cidade de Patos, as duas durante a gestão pastoral de Ermilton Gonçalves de Barros. Uma delas no conjunto Nova Conquista, em 2003, liderada pela missionária Fernanda Araújo e a outra em 2007, no bairro da Vitória, liderada pelo diáciono Rogério Gomes de Andrade.

Fora da cidade, a mais antiga delas a congregação do Sítio Grossos, passou a pertencer em 2007 a 2ª Igreja Presbiteriana, liderada pelo pastor Rivaldo Gomes de Andrade, e a outra, na cidade de Coremas, foi aberta em 2012 e formada congregação no ano de 2013.

Entre as principais datas comemorativas, integram o calendário da igreja o aniversário de reorganização do trabalho em 09 de fevereiro, comemorando a elevação de congregação a Igreja, os tradicionais retiros de carnaval, o aniversário da União Presbiteriana de Homens-UPH, no terceiro domingo de março; da Sociedade Auxiliadora Feminina-SAF e da Mocidade Presbiteriana, no mês de abril, além da Páscoa; Reforma Protestante, em 31 de outubro, Natal e as festividades de virada de ano.