Vencendo as adversidades com Jesus

Escrito por .::Boas Novas PB::. em .Postado em Colunistas, Genival Jr.

Muitas pessoas literalmente perdem o controle da situação diante das adversidades, deixando até mesmo de aspirar sonhos e trabalhar pelo propósito de ser um cidadão, homem ou mulher feliz com a vida e no pleno exercício de sua fé. Em João 14.1, Jesus disse aos seus discípulos: “Não se turbe o vosso coração, credes em Deus, crede também em mim”. Dessa forma, estabeleceu o Senhor o critério da fé como meio para obtermos a confiança necessária em Deus, para superar as adversidades.

Na experiência da vida temos um limite, que normalmente esbarra no nosso poder de articular as soluções dos nossos problemas. Se na doença, podemos ir ao médico, fazer os procedimentos, tomar medicamentos, mas não temos como agir no sobrenatural, algo que só cabe a Deus. Se na Justiça, podemos constituir um advogado, reunir provas em nosso favor, testemunhas, falar a verdade, e nos valer dela, mas não podemos convencer as autoridades da inocência quando faltarem os elementos jurídicos necessários. No financeiro, podemos trabalhar, nos preparar para um melhor emprego, buscar ser competente, criativo, administrar bem o que fazemos e o que temos, mas a benção maior que é o reconhecimento do nosso talento o surgimento das oportunidades não cabe a nós, pois mesmo com tudo isso, a solução dos problemas não acontece na hora em que a gente quer.

No campo social, ainda enfrentamos problemas dos mais diversos, exemplo das injustiças praticadas entre pessoas, problemas de família, incompreensões, prejuízos materiais e o mais grave, que é esquecer que há um Deus que a tudo controla e todas as coisas lhe obedecem. No entanto, o mesmo Jesus também disse: “Se pedirdes alguma coisa em meu nome, eu o farei”. Essa afirmação, aparentemente tão simples, é fruto do cuidado de Deus em resolver nossos problemas, nos encorajando para agir naquilo que está ao nosso alcance.

No plano espiritual, jamais podemos nos acomodar e transferir responsabilidades, pois mesmo nos momentos em que usamos a fé, é necessário também agir. Foi assim, quando Deus ordenou a Moisés que marchasse, abrindo o mar Vermelho. Foi assim quando Jesus ordenou ao mar que a tempestade se acalmasse, e foi assim quando Jesus ordenou que tirassem a pedra, para ressuscitar a Lázaro.

Naqueles três, dos inúmeros momentos relatados na Bíblia, pouco o homem podia fazer, mas o pouco que era possível foi feito. Com Moisés, o povo marchou, mas o mar foi aberto pelo poder de Deus. No Mar da Galiléia, os discípulos continuaram no barco, mesmo tremendo de medo, mas a tempestade obedeceu à ordem do mestre e se acalmou. E de modo semelhante com os familiares de Lázaro, que conseguiram remover a pedra do sepulcro, mas jamais conseguiriam tirar a Lázaro de lá. Porém viram o poder sobrenatural de Jesus fazê-lo sair.

Em outra passagem de João 14, Jesus afirmou: “Deixo-vos a paz, a minha paz vos dou; não vo-la dou como o mundo a dá. Não se turbe o vosso coração, nem se atemorize”. Por isso, tenho a ousadia de afirmar que a fé, pode ser considerada hoje não um instrumento de alienação, como muitos na vida moderna chegam a pensar, mas de esperança e vitória, quando depositada no Rei dos Reis e Senhor dos Senhores, pois com a mesma ousadia afirmo, que dos muitos líderes religiosos que surgiram e hão de surgir por sobre este chão, Jesus é o único que se desfez da sua condição divina, foi homem, morreu, e venceu a morte. Por isso, a ele toda a honra, toda a glória e todo o louvor! Pelos séculos dos séculos.

Gabinete pastoral não é escritório empresarial

Escrito por .::Boas Novas PB::. em .Postado em Colunistas, Genival Jr.

Infelizmente em nossos dias, digo em qualquer parte do mundo globalizado, alguns denominados “Ministros do Evangelho”, tem feito de seus gabinetes pastorais verdadeiros escritórios de representação e marketing pessoal para negócios particulares.

Tem sido comum encontrar “pastores” que tratam a igreja como se fosse uma instituição sua e não como a verdadeira representação da mensagem salvadora na terra e agencia do céu estabelecida pelo Senhor, para o conhecimento do propósito do coração de Deus para a vida do homem.

Não estou aqui atirando pedras em ninguém, até porque o trigo tem que ser realmente separado do joio, e por isso, ao passo em que lamento o problema, enalteço os muitos homens de Deus comprometidos com a mensagem de salvação pregada através da cruz de Cristo.

Porém, não posso me fazer de desatento a um problema que tem afetado a saúde espiritual de muitas igrejas, que é a falta de respeito de seus líderes. Precisamos, antes de tudo, lembrar dos requisitos que precisam nortear a vida do servo de Deus, homem e mulher que decide exercer o ministério.

Em I Timóteo 3, de 1 a 7, o apóstolo Paulo afirmou: 1-Esta é uma palavra fiel: se alguém deseja o episcopado, excelente obra deseja. 2-Convém, pois, que o bispo seja irrepreensível, marido de uma mulher, vigilante, sóbrio, honesto, hospitaleiro, apto para ensinar;

3-Não dado ao vinho, não espancador, não cobiçoso de torpe ganância, mas moderado, não contencioso, não avarento; 4-Que governe bem a sua própria casa, tendo seus filhos em sujeição, com toda a modéstia; 5-(Porque, se alguém não sabe governar a sua própria casa, terá cuidado da igreja de Deus?);

6-Não neófito, para que, ensoberbecendo-se, não caia na condenação do diabo.7-Convém também que tenha bom testemunho dos que estão de fora, para que não caia em afronta, e no laço do diabo.

Nos dias atuais, é comum encontrar pessoas tratando o ministério pastoral apenas como um emprego e não como um ministério. E ainda mais, tratar a igreja como se fosse propriedade sua e não de Deus. Pastor não tem igreja, pois esta foi comprada e redimida pelo sangue de Jesus, e por isso, precisa ser tradada como algo que a Ele pertence.

Ser ministro do evangelho, é ser não proprietário do tesouro alheio, mas apenas administrador do tesouro do Pai, que são as ovelhas a quem ele há de prestar contas pela ração de boa ou péssima qualidade que ministrou no cumprimento de sua responsabilidade.

Muitos deles infelizmente, tem a ousadia de administrar o tesouro do Rei até mesmo em benefício de seus caprichos, desrespeitando assim a participação das ovelhas que as vezes tem vontade de participar do bom andamento das ações ministeriais, mas ficam murchinhas, temendo represálias de seus “líderes”. Muitos deles, não sabem sequer o que é governar a própria casa, e perderam o respeito da igreja pela falta de atitude no controle de suas famílias que vivem de forma desregrada, formando uma grande fileira de crentes nominais, que sequer conhecem a Palavra de Deus, por que tem preguiça de se debruçar na leitura da Bíblia.

O ensinamento da fé, da honestidade, da fidelidade e do amor a Deus e ao próximo, tem hora que são requisitos afogados nos valores da vida secular, e que tem trazido destruição para a saúde espititual de muitas igrejas, que vivenciam uma fé superficial por falta de compromisso de seus líderes e do perfil de seus liderados.

Não estou me colocando na posição de um santarrão, pois ser santo, quer dizer apenas estar separado do pecado, e isso só o conhecimento de Deus e das escrituras pode proporcionar a mim e a qualquer servo do Senhor, que quiser se manter prudente e vigilante contra as hostes espirituais da maldade e do Diabo.

Porém, estou certo que a divisão não constrói em nada, e a igreja não pode estar na condição de mera espectadora dos problemas atuais, assistindo a sociedade falecer espiritualmente nas drogas, na violência, e no sucumbir da família, razão principal da crise de identidade que tem afetado as igrejas de hoje, sem que ninguém levante a voz em defesa aos princípios divinos. Chega de covardia!

Administrar igreja, não pode ser o mesmo que estar num gabinete empresarial, pois é uma instituição sem fins materiais, ou pelo menos deveria ser. Ser gestor do tesouro real é um privilégio e ao mesmo tempo uma grande responsabilidade.

Se alguém quer crescer materialmente, receba e administre bem o que Deus lhe presentear em sua vida secular, mas não do patrimônio celestial, como se estivesse cuidando do próprio dinheiro. Chega de arrogância e da falta de testemunhos para os que estão de fora.

Quem quiser crescer aos olhos de Deus, se coloque na posição em que ele chamou, e use apenas do que é seu. Ou então, saia da frente e deixe adentrar no santuário do Senhor aqueles que vivem e lutam por amor ao evangelho genuíno, que é a única carta magna capaz de transformar a vida do homem. Ou então, abram uma empresa para si mesmo, e seja ricamente abençoado, desde que saiba sonhar os sonhos de Deus.

HOMOFOBIA X CRISTOFOBIA

Escrito por .::Boas Novas PB::. em .Postado em Genival Jr., Notícias

Não tenho preconceito algum nem dificuldade de convivência com homossexuais, pois tenho amizade com alguns deles, e os tenho como pessoas normais, e que assumem a sua preferência.

No entanto, vejo uma série de inverdades sendo publicadas e praticadas entre grupos LGBT e religiosos, que estão levando para um extremo bastante perigoso.

Por definição, homofobia significa preconceito, aversão, raiva, rancor, sentimentos contra a opinião, contra homossexuais. A definição serve de base para o PL 122, que está em pauta para votacão e pode ser configurado como crime, equivalente ao de racismo.

Em outra definição podemos entender como uma série de atitudes e sentimentos negativos em relação a lésbicas, gays, bissexuais e, em alguns casos, contra transgêneros e pessoas intersexuais. As definições referem-se variavelmente a antipatia, desprezo, preconceito, aversão e medo irracional, observada como um comportamento crítico, hostil, e discriminatório.

No livro de Romanos, capítulo 1, versículos 26 e 27, a Bíblia firma: “26 Por causa disso, Deus os entregou a paixões vergonhosas. Até suas mulheres trocaram suas relações sexuais naturais por outras, contrárias à natureza. 27 Da mesma forma, os homens também abandonaram as relações naturais com as mulheres e se inflamaram de paixão uns pelos outros. Começaram a cometer atos indecentes, homens com homens, e receberam em si mesmos o castigo merecido pela sua perversão”.

Segundo a Constituição Federal Brasileira, em seu Artigo 226, parágrafo 3º, é reconhecida a união estável entre homem e mulher como entidade familiar, devendo a lei facilitar sua conversão em casamento. Está sendo a constituição brasileira também homofóbica?

O entendimento das igrejas cristãs de que a prática homossexual é pecado, parte dos ensinamentos contidos nas escrituras sagradas, no sentido de que Deus constituiu a família para crescer e multiplicar na relação homem e mulher, e coube ao ser humano se desvirtuar desse princípio. Recentemente, tem acontecido uma série de confrontos ideológicos de grupos LGBT contra grupos religiosos, sobretudo católicos e evangélicos, gerando vários tipos de violência: verbal, física, entre outros tipos de falta de respeito.

Entendo que o cidadão religioso ou não e o homossexual, precisam ter o seu direito respeitado de poder realizar suas atividades, trabalhar, transitar livremente, opinar, e reivindicar direitos que lhe são conferidos na qualificação de cidadãos que pagam seus tributos igualmente, e que não podem ter reprimidos o seu direito de pensar e manifestar opiniões, doa a quem doer.

Porém, não podemos confundir divergência de ensinamentos ou crenças com preconceito, uma vez que as igrejas tem sua fé baseada em práticas milenares e que já divergiam da praticidade homossexual que também não é de hoje. Porque podemos dizer que roubar é pecado e não podemos dizer que a relação homem com homem e mulher com mulher também é pecado?. Os mais céticos podem pedir as provas, mas em resposta, apenas digo que creio assim por que as escrituras ensinam assim, e é um direito meu, do mesmo modo que é um direito deles não acreditarem.

Por que podemos discordar do adultério, a chamada traição entre casal homem e mulher, e não podemos entender que a relação entre pessoas do mesmo sexo fere a santidade de Deus, como ensina a Bíblia?

Não estou aqui classificando o pecado, até por que, não existe pecadinho e pecadão, mas é bom deixar claro que da mesma forma que podemos divergir do prefeito, do governador, do juiz, ou da presidente da república, podemos divergir também dos homossexuais, que não podem ser colocados numa redoma de vidro como se intocáveis fossem, até por que eles não precisam disso para serem respeitados.

As igrejas, que juntas somam 86% da população brasileira, creêm do jeito que estão pregando em seus ensinos desde que foram formadas, e não vão mudar para agradar a ninguém. Preconceito não é você ter opiniões diferentes, pois ninguém está obrigado a pensar igual ao seu colega, nem mesmo na marra.

Não podemos tolerar portanto, a indiferença nas relações humanas e agredir de modo verbal ou físico o seu semelhante, salientando que existem formas de posicionamento contrário sem a necessidade de ações ou palavras agressivas. Alguém já ouviu falar numa explicação denominada habilidade com as palavras?

Recentemente vi grupos religiosos de católicos serem agredidos por defensores da causa LGBT em Curitiba, e uma igreja evangélica ser inavadida durante um culto, na cidade de Franca-SP, causando tumulto, com uso de palavras de baixo calão. Por que a grande mídia não divulga isso, ou que nome se dá a isso? Se fosse ao contrário, qual teria sido a repercussão?

A palavra de Deus nos ensina a amar a todos, e até mesmo a quem nos aborrece. Porém, amar não significa passar a mão na cabeça e se omitir de um esclarecimento público que precisa ser proclamado as nações do mundo, até por que, estaríamos pecando pela omissão.

O que não podemos nós admitir, é que deixemos de ter um debate consciente e esclarecedor no campo das ideias na própria mídia, para evitar acusações de parte a parte, cometendo um pecado duplo, que é a rejeição entre os grupos.

Não concordo com nenhum tipo de discriminação, e defendo uma convivência pacífica entre os dois grupos, para que os homossexuais respeitem o posicionamento das igrejas em não aceitar a união estável entre pessoas do mesmo sexo, por exemplo, e as igrejas respeitem os grupos homossexuais em relação as suas manifestações públicas, desde que de modo pacífico.

O que não podemos é alimentar a prática da HOMOFOBIA, que por conseguinte tem gerado o mesmo tipo de rejeição para os denominados grupos cristãos, apregoeiros do homem que é detentor da maior história de todos os tempos, Jesus Cristo. Isso redundaria numa prática discriminatória dos grupos LGBTs, a qual eu denomino de CRISTOFOBIA.

Um céu para cada um?

Escrito por .::Boas Novas PB::. em .Postado em Colunistas, Genival Jr.

É triste falar nessa realidade, mas ainda envergonha o tipo de relacionamento de muitas igrejas evangélicas em nosso país, e por extensão na Paraíba e por que não dizer em Patos.

O corpo de cristo como igreja é uma família, mas alguns líderes a tem tratado como produto de seu patrimônio privado, visando produzir influência na vida das pessoas a ponto de impedir até mesmo o relacionamento com pessoas de denominações diferentes.

Numa família comum, reprovamos o comportamento aparente, a união disfarçada, ou mesmo a junção dos membros apenas nas quatro festas do ano para participar de banquetes e bater fotografias. E por que não será assim na igreja?.

É bom lembrar que nesse contexto estão inseridos os membros mais íntimos possíveis, como pai e mãe, que representam o núcleo originário, bem como irmãos e irmãs, cunhados, sobrinhos, e parentes em segundo e terceiro grau, dependendo do grau de harmonia.

Jesus certa vez disse: Não se turbe o vosso coração. Credes em Deus, credes também em mim. Na casa de meu pai há muitas moradas. Se não fosse assim eu vo-lo teria dito: Vou preparar-vos lugar. (Jo 14. 1 e 2).

Com base nas palavras do mestre, sabemos de que não precisamos nos preocupar com lugar no céu, pois o espaço cabe a todos quantos o receberem como Senhor e Salvador de suas vidas.

Entretanto, não podemos permitir que muitas igrejas vivam se degladiando para saber quem é mais ou menos santo, quem vai ou não para o céu, quem é mais ou menos digno de salvação, ou até mesmo se é seita ou igreja. Pelos frutos são conhecidas as árvores, pois a árvore que não produz bom fruto é cortada e lançada ao fogo.

Sou defensor da denominação, mas não podemos viver com espírito de santarrões, sem olhar para traz, entendendo que não merecemos, mas recebemos de Deus o perdão pelos nossos pecados, e por isso, podemos dizer que somos salvos.

A denominação precisa preservar o conhecimento, a amizade, e principalmente o amor a Deus sobre todas as coisas e ao próximo como a si mesmo, lições práticas que vem ficando em segundo plano para muitas denominações de hoje, razão pela qual existem conflitos não resolvidos e crentes que estão caindo na prática do nominalismo.

A prova de que precisamos congregar está na Bíblia. No entanto, valorizo a comunhão e o senso comum de que é preferível falar do ponto que nos une, do que nos apegar as diferenças, sejam elas doutrinárias ou de placas denominacionais, para criar sem necessidade um cabo de guerra e colocar Jesus como centro dessa guerra, para dizer que tudo é em nome de Deus.

Tenho por certo que se o céu fosse marcado por problemas como a relação entre as denominações, pouca gente queria estar lá para passar a eternidade, pois de modo nenhum seria o céu de glória prometido por nosso Senhor Jesus Cristo. Pois, se fosse assim, precisaríamos de um céu para cada crente ou para cada igreja.

Por isso, digno é exclusivamente o Cordeiro de Deus, que foi morto e reviveu, e vive para sempre. Que cresça ele e que diminua o homem e o autoritarismo dos nossos líderes, pois somos todos pecadores.

Vai ter com a formiga, ó preguiçoso!

Escrito por .::Boas Novas PB::. em .Postado em Genival Jr., Notícias

Infelizmente muitos cristãos, tentam atribuir 100% de responsabilidade de suas vidas A Deus, pois não entendem ou não querem entender que são dotados pelo próprio Deus de capacidades, muitas delas de modo especiais, e que podem por seus próprios esforços, fazer a diferença.

Em Provérbios 6.6, o Rei Salomão escreveu: Vai ter com a formiga, ó preguiçoso; olha para os seus caminhos, e sê sábio. No mesmo capítulo, no versículo 9, ele escreveu: Ó preguiçoso, até quando ficarás deitado? Quando te levantarás do teu sono?

Tomando como base esse texto das escrituras sagradas, percebemos que a Bíblia está cheia de exemplos práticos que incentivam o homem e a mulher a desenvolver o seu potencial e deixar Deus executar o sobrenatural.

Quando Abraão precisava de um cordeiro para imolar em lugar de Isaque, Deus fez aparecer um preso pelas pontas num galho de mato. Foi o sobrenatural. Se já existisse ali um cordeiro, Deus não teria feito aparecer um outro, pois o problema já estava resolvido.

No momento em que o povo estava com sede no deserto, o Senhor Deus disse a Moisés “Fala a Rocha”. Moisés falou, fazendo o que podia. Porém, Moisés não tinha como fazer o sobrenatural que era fazer a água sair da rocha, mas Deus o fez.

Entre tantos exemplos maravilhosos da Palavra de Deus, o exemplo das formigas, como na imagem acima, em que levam o seu alimento para a morada, a fim de passar uma boa temporada, serve para nós em nossos dias como um belo diferencial para achar as razões para o sucesso e o fracasso na vida.

Em muitos casos, ser bem sucedido ou estar fracassado, não está ligado nem a ação de Deus nem do Diabo, agentes que estão ao redor e derredor das nossas vidas para agir no campo espiritual. Sl 34.7; I Pe. 5.8.

Diferentemente do que muita gente pensa, entregar os nossos projetos de vida a Deus, não significa responsabilizá-lo por todos os nossos resultados, pois existem situações que são 100% existentes no campo das decisões humanas.

EX: Quantas vezes Deus já usou o cartão de crédito de alguém para deixá-lo endividado?; Quantas vezes Deus disse que podemos ir ao céu apenas com boas ações, ou por que nos rotulamos de cristãos como muita gente defende?

Quando Jó sofreu todo aquela aflição, a Bíblia registra que Deus autorizou o diabo a afligí-lo, mas em momento nenhum estava fora do controle das ações. Tanto é que disse. “No entanto, poupa-lhe a vida”. Por isso, saibamos que quando estivermos na bonança ou na luta, o Senhor está no controle.

Todo ser humano tem dentro de si algo importante que é a sua capacidade de buscar desenvolvimento em seu potencial.

A velha frase de que ninguém nasce aprendido é a mais pura verdade, mas existe um aspecto que não pode ser esquecido. Na vida, principalmente com os recursos de hoje, aprendemos tudo o que quisermos, com perseverança e paciência. Mas o primeiro passo, será meu e seu.

Porém, temos o costume de esperar que as coisas caiam do céu, como foi no deserto, em que choveu codornas e o maná para alimentar o povo. Porém, lembremos que se o povo tivesse comida armazenada, Deus teria mandado o povo levá-la ao fogo, pois era um milagre desnecessário.

Na vida, temos sempre que dar o primeiro passo, pois ficar acomodado nos leva ao perigo de Deus está falando e não sabermos na prática o que ele está dizendo. Por isso, usemos o exemplo da formiga, das abelhas, da lagarta, da borboleta, e de outros insetos, criaturas de Deus e que tem o trabalho como principal característica, para que desperte a igreja a cumprir o seu papel, e trabalhar para evangelizar as almas perdidas.