Como a Palavra de Deus pode mudar o Brasil?

Escrito por .::Boas Novas PB::. em .Postado em Genival Jr., Notícias

Faz muito tempo que esperamos um mundo diferente. Mundo este em que as pessoas se respeitem, a vida seja valorizada, a família seja respeitada e o amor a Deus prevaleça em meio às ofertas diabólicas do pecado. 

Nos últimos tempos, temos visto exatamente o contrário das coisas acontecerem em nosso Brasil, como também no resto do mundo e por isso, as ações do pecado ainda são mais vista que as ações da igreja, que luta pela salvação das pessoas por meio da propagação da mensagem da Palavra de Deus e do evangelho genuíno de Jesus Cristo.

No livro de Romanos 12.2, a Bíblia diz: e não vos conformeis com este mundo, mas transformai-vos pela renovação da vossa mente, para que proveis qual é a boa, agradável e perfeita vontade de Deus.

Surgem então as seguintes indagações: Como podemos ver isto acontecer na prática? E ainda, qual o Brasil que temos e qual o Brasil que queremos?

Certamente muitas respostas já foram dadas a essas perguntas, e as respostas não são animadoras, pelo menos em relação ao cenário atual.

Muitos acreditam que seria necessário o Brasil ter um Presidente da República evangélico. Outros, um Congresso com maioria evangélica, enquanto para outros, que os Estados tivessem governadores, ou os municípios prefeitos, ou que os detentores da caneta em qualquer esfera, fossem tementes a Deus.

Tudo isso seria muito bom, mas na prática, algo mais seria fundamental para a transformação do Brasil.

Estamos caminhando para transformar o Brasil num país numericamente de maioria evangélica, algo previsto para o Censo de 2020, mas ainda temos problemas de separatismo denominacional, onde as igrejas buscam ser melhores que as outras e só prejudicam a unidade do reino.

Essa prática maléfica é algo que precisa ser sarada, através de uma mente renovada pela ação do Espírito Santo na vida do crente, pois pastor não é dono de igreja e sim representante de Deus, mordomo do Senhor perante o rebanho. Por isso, não tem ele e seus líderes mais próximos o direito de manipular as ovelhas para atender seus interesses pessoais gerando contendas entre irmãos. (Pv 6.16-19).

O crescimento numérico em parte, muda a prática das pessoas socialmente. Mais evangélicos no Brasil, convertidos genuinamente ao Senhor Jesus, significaria menos pessoas consumindo drogas ilícitas e pesadas, bebidas alcoólicas, cigarros, promovendo noitadas em prostíbulos de luxo ou nas periferias.

Também significaria menos pessoas envolvidas na prática da corrupção, no mundo do crime, menos mercado consumidor para produtos ilegais, assim como a valorização da vida, da família, da prática do culto ao Deus Vivo, e do respeito às pessoas em seu espaço social.

Certamente, nem de longe é o céu, e por isso, teremos ainda que conviver com o pecado e embaraço que tão de perto nos rodeia, mas estaremos num futuro próximo a vivenciar um Brasil de maioria evangélica, onde muitas de nossas igrejas ainda não acordaram para essa realidade e parecem que não conseguem entender ou mesmo aceitá-la como algo positivo.

O crescimento quantitativo de hoje é algo que deve ser encarado como positivo, mais ao mesmo tempo trabalhado por nossas igrejas para que tenhamos no futuro uma geração de homens e mulheres conhecedores de Deus através de sua palavra. Só assim teremos um Brasil transformado pelo poder de Deus, através da mudança de caráter, do amor a Deus e ao próximo, para que não sejam geradas expectativas em políticos ou em qualquer mortal, que não conseguem mudar nem mesmo a si próprio.

Ao Rei dos Reis, Jesus Cristo, seja dada toda a honra, toda a glória e todo o louvor, pelos séculos dos séculos, amém.

Quem criou o universo: Deus ou o BIG Bang? Por genival Júnior

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De acordo com a ciência, o Big Bang, ou a Grande Explosão, é a teoria cosmológica dominante do desenvolvimento inicial do universo. O termo “Big Bang” se refere à ideia de que o universo estava originalmente muito quente e denso em algum tempo finito no passado e, desde então, tem se resfriado pela expansão ao estado diluído atual e continua em expansão atualmente.

Essa teoria é sustentada por explicações a partir de evidências científicas. De acordo com a teoria, as condições iniciais ocorreram por volta de 13,3 a 13,9 bilhões de anos atrás.

O cientista Georges Lemaître propôs o que ficou conhecido como a teoria Big Bang da origem do Universo, embora ele tenha chamado como “hipótese do átomo primordial”. O quadro para o modelo se baseia na teoria da relatividade de Albert Einstein.

Pela teoria, se a distância entre os aglomerados de galáxias está aumentando hoje, todos deveriam estar mais próximos no passado. Na realidade são regimes de energia, proveniente da interação entre radiação e matéria.

Na verdade, tal teoria tem literalmente a intenção de tirar de Deus a primazia e o direito de ser autor e consumador de toda a criação.

A Palavra de Deus diz em Gênesis 1.1: No princípio criou Deus o Céu e a Terra. Isso na prática mostra que é dEle o poder e a autoridade para fazer existir todas as coisas apenas no uso do vocábulo.

Se o Big-Bang aconteceu e é responsável pelo surgimento da vida, gostaria que algumas perguntas fossem respondidas:

1-Quem criou a energia existente no Big-Bang?

2-A teoria diz que houve uma explosão cósmica. Quem criou esses elementos que explodiram?

3-O universo começou a esfriar. Então, quem criou as condições para que houvesse o frio?

4-Quem criou os elementos capazes de gerar a explosão?

5-Segundo a teoria, já existiam galáxias. Quem criou essas galáxias?

6-Quem segura os planetas e grandes astros no espaço, sem que eles caiam?

7-Segundo a teoria, uma espessa camada de poeira e hidrogênio, formou o nosso sol. Quem criou essa poeira e o hidrogênio existentes.

8-Quem criou o oxigênio que a biodiversidade usa para respirar?

9-A ciência usa o termo átomo inicial para definir o começo das coisas. De onde veio esse átomo?

10-Quem criou os elementos existentes antes do big-bang, que supostamente aconteceu há bilhões de anos?

Como se vê, a teoria do é questionável e antibíblica, pois antes dela já existiam elementos no universo, e quem os criou? A Bíblia diz que Deus criou o homem como sua imagem e semelhança, obra prima de sua criação, conferindo ao ser humano o fôlego de vida, que é o nosso oxigênio.

A mesma bíblia diz que Deus determinou o ajuntamento das águas, e o aparecimento da porção seca, para que a vida existisse. Hoje, percebemos que a imensa maioria do planeta é formada por água, apesar de ser habitado por mais de 7 bilhões de pessoas.

A mesma Bíblia diz que Deus criou os luminares, (Sol e Lua), e as estrelas, além de toda a vida existente na terra, dotando o planeta de recursos naturais que existem em quantidades suficientes para manutenção da vida e que pela arrogância do homem, está tentando destruir a obra prima do grande arquiteto do universo que é o Senhor.

Infelizmente, cada vez que procura ser mais sábio, o homem se torna mais infeliz e profano aos olhos de Deus, pois a Bíblia diz que a letra Mata, mas o espírito vivifica. (2Co 3.6), num prenúncio de que o conhecimento quando valorizado em excesso, pode cegar o entendimento do homem natural.

Quando dizemos que Deus criou o universo, o homem, a vida, não estamos procurando desafiar a ninguém, mas atribuir a alguém que tem poder sobre a vida e a morte, e autoridade na condição de ser supremo e capacidade de estabelecer as leis da vida e da subsistência de todas as espécies, pois ele é o Alfa e o Ômega, o princípio e o fim.

Deus é eterno, Pai da Eternidade, Deus Forte, não foi criado por ninguém, por que todas as coisas foram feitas por intermédio dEle, (Jo. 1.3), qualificações que são atribuídas também a Jesus, como autor e consumador da nossa salvação.

Assim sendo, admito que pode o Big-Bang ter acontecido. No entanto, formado por matérias e compostos químicos e naturais, que não pensam e nem tem autoridade nem sobre si mesmo, jamais teria a condição de fazer existir sem falha, a condição propícia para o surgimento e perpetuação de todas as espécies. Por isso, bendito seja o Pai, o Filho e o Espírito Santo, a quem sejam dadas toda a honra, toda a glória e todo o louvor pelo século dos séculos. Amém.

Quais os pontos da idolatria natalina. Por Genival Júnior

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Natal! Tempo de paz, da união entre os povos. De amizade, lealdade entre as pessoas, e ao mesmo tempo de resolução de problemas que se arrastam por quase todo o ano.

Mas, será que é apenas isso o Natal?. Bom seria que fosse verdade. Isso por que aprendemos com a experiência bíblica, que nada é 100% na vida, a exceção da concepção que apenas Jesus Cristo é o caminho, a verdade e a vida, sendo apenas ele, capaz de nos levar ao Céu.

Fora disso, não podemos deixar de dizer que muitas coisas boas acontecem durante o Natal, quando são dados presentes, cestas natalinas, assistência médica, roupas, donativos dos mais diversos, e ações de ordem social das mais louváveis, seja do ponto de vista humano ou até mesmo espiritual.

Mas, e o outro lado da moeda. Por que não perguntar o por que dessas coisas acontecerem somente no Natal?. Será que as pessoas só tem fome na semana de 25 de dezembro?. Ou só adoecem, precisam de roupas, utensílios domésticos, respeito, boas maneiras, apenas perto do Natal?.

AH! Quisera Deus que a maior parcela da humanidade tratasse o seu semelhante nos 365 dias do ano, assim como trata no período natalino. Porém com um agravante!. E você pode dizer: Qual?

Sem dúvida, retirando a idolatria. Pois, é no Natal que as pessoas trocam Jesus por Papai Noel. Trocam Jesus por Presentes, pela Árvore, Presépio, por Maria, José, Renas, Trenó, Estrela, e tantas coisas mais que tem disvirtuado o sentido da verdadeira adoração. “Pois os verdadeiros adoradores o adoram em Espírito e em Verdade”.

E onde estão os verdadeiros adoradores? Essa boa pergunta, as vezes tão difícil de ser respondida, pode ser encontrada em um simples gesto. Reconhecer que não é o presépio, ou qualquer representação natalina que te proporciona bênçãos, sobretudo a benção maior da vida.

Não é Papai Noel, embora este seja a representação de um bispo católico, que poderá trazer o seu verdadeiro presente, nem tão pouco a árvore, as luzes, mas somente o reconhecimento que o Verbo se Fez carne e habitou entre nós, para que fosse vista a sua glória, como a glória do unigênito do pai.

Esta sim, a glória de Deus, precisa ter lugar em nossos corações. Pois quando as coisas dão certo, o mérito costuma ser nosso. Quando dão errado, a culpa é de Deus. E por que isso acontece?. Infelizmente tal ação pode ser chamada de ingratidão ou falta de reconhecimento de que a Ele, Jesus Cristo, seja dada toda a honra, toda a glória e todo o louvor, pelos séculos dos séculos.

Adoremos pois o Rei do Universo, com toda a grandeza cabível, pois estamos diante do Justo Juiz, do Rei dos Reis e Senhor dos Senhores. Digno de majestade é o cordeiro, para todo o sempre. Amém…

Como identificar as causas do crescimento evangélico?

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É notório o crescimento das igrejas evangélicas no Brasil, e, por conseguinte, nos estados e cidades como Patos. Tanto é que já existe uma perspectiva do IBOPE, Instituto Brasileiro de Opinião e Estatística, de que seremos maioria em 2020, quando for realizado o próximo Censo Demográfico por parte do IBGE.

No entanto, quais as causas, fatos e consequências do ponto de vista social para esse crescimento, que aparentemente tem todos os seus requisitos formados por coisas positivas, mas que atemorizam de certa forma, alguns pastores e líderes evangélicos em todo o Brasil?

Em termos numéricos, a estatística comprova que a cada dez novos evangélicos no Brasil, pelo menos oito eram católicos, fator que pesa em desequilibrar a balança, pois a cada um que se tira de um lado e põe do outro, o efeito é dobrado.

Em uma rápida análise do ponto de vista comportamental, verificamos a presença de nominalismo nas igrejas evangélicas, que em muitos casos tem crescido em relação à presença de público nos cultos, mas que vem sendo advertida por seus líderes para que este crescimento também se configure em algo espiritual.

Por outro lado, está existindo apenas uma mudança de religião das pessoas, ao invés de conversão, no sentido de tentar chegar mais perto do Deus das causas impossíveis e se livrar dos problemas, fator que tem preocupado a pastores e líderes ministeriais, quanto ao verdadeiro sentido do cristianismo.

E por fim, a possível transformação de uma igreja genuína em uma mescla de instituição de fé em Jesus e instituição social, voltada apenas para a prática de crenças tradicionais como em outras religiões.

O crescimento nas grandes cidades, por exemplo, têm gerado consequências positivas para todo o Brasil, fato comprovado a cada nova avaliação censitária ou dos sérios Institutos de Opinião Pública do nosso país.

Conheça agora algumas razões que tem feito o crescimento do número de evangélicos:

1-ABERTURA DE IGREJAS: É crescente o crescimento das denominações em todo o país e a sua ramificação pelas cidades de médio e grande porte, com a presença de novos missionários. Com isso, aumenta o número de igrejas nessas cidades e acelera o crescimento da comunidade evangélica. Quando existem 30 igrejas, por exemplo, as trinta crescem de modo simultâneo. Quando, forem 60, o crescimento médio será duas vezes maior, e assim por diante.

2-ABERTURA DE CONGREGAÇÕES: Em cidades de médio e grande porte, as igrejas com ministérios ramificados estão abrindo congregações para atender o crescimento de suas denominações. Dessa forma, o crescimento se torna local, desobrigando o deslocamento das pessoas a grandes distâncias para a igreja sede. Em Patos, por exemplo, existem entre igrejas e congregações, cerca de 100 templos evangélicos, para apenas 32 católicos.

3-COMODISMO CATÓLICO: Maioria por tradição no Brasil, a igreja católica vive um certo comodismo e aos poucos sofre os efeitos. Em 2010, por exemplo, o Brasil tinha segundo o IBGE, 64,4% de católicos, caindo para 57% em 2013. Os evangélicos subiram de 22,2% para 29% no mesmo período, comprovado em pesquisa do Datafolha.

4-CONHECIMENTO BÍBLICO: Sem saber como reagir ao crescimento evangélico no país, a igreja católica tem usado a prática de maior dedicação à leitura bíblica, visando provocar maior compromisso das pessoas com a sua fé. Embora tenha gerado envolvimento em parte, como se vê na Renovação Carismática, em outras pessoas o efeito tem sido de libertação da fé romana e da procura por uma igreja evangélica.

5-RENOVAÇÃO POPULACIONAL: Claro que não só morrem idosos no Brasil, mas estes ainda são maioria nas estatísticas funerárias. Por isso, a cada ano que passa, cresce a presença evangélica na população socialmente ativa, uma vez que a maioria católica ainda é significativa nas faixas etárias mais altas. Renovando a geração, renova também a estatística na fé das pessoas.

6-EVANGELISMO: Por característica, os evangélicos são mais ousados e destemidos, realizando trabalhos evangelísticos e sociais de modo constante. Assim, a necessidade espiritual das pessoas os tem aproximado da população que até algumas décadas, recusavam qualquer tipo de relacionamento.

7-BUSCA POR DEUS: O homem moderno, embora confuso, tem buscado encontrar Deus para fazer parte de sua vida. Assim sendo, tem estado mais aberto a mensagem bíblica, que liberta os corações.

8-BARGANHA: Muitas pessoas tem apenas mudado de religião, levando consigo alguns tradicionalismos como, por exemplo, ser um crente domingueiro e querer as bênçãos de Deus sem transformação de vida. Algumas pessoas buscam apenas encontrar o Deus que resolva seus problemas e não aprender desse mesmo Deus os ensinamentos para viver uma vida de santidade.

9-RELACIONAMENTO: Muitos nordestinos, por exemplo, e pessoas residentes nas regiões onde há poucos evangélicos, tem adquirido experiências novas quando vão morar em cidades onde a presença evangélica é mais forte, e acabam fazendo amizades com pessoas conhecedoras da Palavra de Deus. Além de amizades no ambiente de trabalho, na vizinhança, entre outros, esses tipos de relacionamentos tem ajudado a quebrar o preconceito.

10-MÍDIA: O número de programas de Rádio e Televisão das denominações evangélicas tem sido um verdadeiro bombardeio na fé das pessoas não crentes. Assim sendo, muitas pessoas tem se acostumado ao modo de trabalho de algumas igrejas e já sabem até o nome delas, por conta de sua presença na mídia. Passam a ouvir e a se aproximar da mensagem da salvação.

Pecado x Diversão

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Muito é comentado nas igrejas evangélicas da cidade a questão da ida aos parques de diversão em festas dedicadas aos santos católicos. Esse sem dúvida é um assunto que divide opiniões no meio evangélico e por isso, tem sido temática ano a ano.

Na Bíblia, lemos em 1 aos coríntios 8. 6-8, o apóstolo Paulo faz algumas recomendações: 6-Todavia para nós há um só Deus, o Pai, de quem é tudo e para quem nós vivemos; e um só Senhor, Jesus Cristo, pelo qual são todas as coisas, e nós por ele. 7-Mas nem em todos há conhecimento; porque alguns até agora comem, com consciência do ídolo, coisas sacrificadas ao ídolo; e a sua consciência, sendo fraca, fica contaminada. 8-Ora a comida não nos faz agradáveis a Deus, porque, se comemos, nada temos de mais e, se não comemos, nada nos falta.

Na verdade, não podemos encontrar desculpas para participar de festas onde a idolatria seja reinante e em alguns casos absoluta, mas sabemos que a relação social do ser humano é algo que tem atrapalhado a igreja.

Paulo fala que há um só senhor, e sabemos que o cristão consciente não sacrifica sua adoração aos ídolos, embora passem pelo meio do ambiente. O agravante dessa história é que nem todos tem conhecimento, ou o conhecimento pleno da Palavra de Deus, e equilíbrio para passar por esse tipo de situação.

Muitos cristãos literalmente vão ao pavilhão central das festas e participam de programações. Outros, apenas se divertem, mas em meio a isso, fica a questão do escândalo, algo recomendado a ser evitado.

Para os menos textuais, a argumentação é que não dirigem ao ídolo a sua adoração, e que a estrutura social em muitos casos é desassociada da religiosa. Mesmo que não convença a muitos cristãos pela vinculação das festas, cada qual com seu padroeiro, perguntamos se a intenção será ou não levada em consideração, e o reconhecimento pessoal da pessoa em adorar somente a Jesus será levado a efeito ou não aos olhos de Deus, que é sabedor de todas as coisas.

Particularmente acho que essas coisas só acontecem por que as igrejas evangélicas são omissão em relação a sua função social. Pois, por que não realizamos uma festa nos moldes da de setembro, em comemoração ao dia da Bíblia.

Que tal uma Semana da Bíblia, ou o período do Jesus é Bom Demais, onde tivéssemos parques de diversão, músicas cristãos dos nossos cantores e um ambiente 100% familiar e de adoração para envolver as pessoas?. Fica a ideia para pensarem.

Sabe por que isso não acontece? Por que ainda não vivemos a união plena, de atos e palavras, ensinado por Jesus e repetido por nós em nossos púlpitos, mas que muitas vezes envergonham irmãos, homens e mulheres de boa fé, que procuram o exemplo dentro de sua denominação e não acham.

Infelizmente Patos e as cidade do interior do Nordeste e do Brasil, são desprovidas de ambientes saudáveis para diversão, e por isso, acontece esse dilema.

Não estou aqui atirando pedra em ninguém, mas colocando a igreja, no entanto para refletir, por que a mudança tem que ser de todos, a começar de mim. Quando Paulo falava e cobrava sério, ele tinha autoridade e vida no altar para fazer daquela forma.

Por isso, façamos mais e cobremos menos, para que aí sim, possamos ver um resultado diferente em nossas vidas, com menos escândalos e menos problemas bobos como é estar em um parque de diversão.