Para refletir: Por que tanta corrupção no Brasil e no mundo? Genival Junior

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Muito se pergunta Brasil afora, de quem é a culpa de tanta corrupção existente no nosso país ou no mundo, e na realidade pouca coisa se questiona, sobre qual seria o remédio para tal, pois sabemos que em meio a ordem dos fatos, tudo na vida tem uma origem, mas o problema é que a explicação técnica parece não convencer a ninguém.

É bem verdade que quando os portugueses chegaram ao Brasil, já roubaram o nosso ouro, a nossa mata, o Pau Brasil, que hoje quase já não existe e ensinaram diversos valores negativos como a escravidão e a discriminação racial que ainda hoje são vistas de forma nítida. No entanto, alguém ensinou os portugueses a querer vantagem em tudo, assim como os países ocidentais de economia desenvolvida, e da América, como Estados Unidos e Canadá, que também receberam essa herança.

Aqui no Brasil, costumamos dar o desonroso rótulo de corrupto, que todos sabem, as vezes com palavras bem mais pesadas, apenas aos políticos. Mas, será que não podemos dividir essa parcela de culpa com a sociedade? Afinal, todo político, por pelo menos um dia na vida foi apenas um cidadão.

Senão vejamos: Quando furamos a fila na hora de pagar as contas, estamos praticando corrupção? Quando queremos um emprego dado sem nenhum esforço ou mérito profissional, estamos praticando a corrupção? Quando faltamos ao emprego sem uma causa justificada, é corrupção? Também é corrupção deixar de estudar e filar na hora das provas? E que nome podemos dar as mentirinhas do dia a dia, que de pequenas as vezes causam grandes problemas?, enfim….Tudo é corrupção.

O político lida com grandes quantias, mas quem rouba 10, rouba 1 milhão ou vários milhões de qualquer moeda, pois as vezes, falta apenas a oportunidade. Se mentem, aprenderam na escola da vida, e que escola. Se roubam, aprenderam na mesma escola, pois alguns deles, são verdadeiros gatunos, filhos de megaempresários ou de políticos profissionais, que não respeitam o suor alheio, ou mesmo, apenas querem o poder pelo poder, como é o objetivo real daqueles que entram na vida pública sem nenhum objetivo.

Infelizmente, os princípios da família, da ética, moralidade, da boa educação e sem dúvida alguma, da formação honrosa de qualquer indivíduo, estão passando longe da formação de grande parte do povo brasileiro, pois uma boa semente, jamais pode dar um fruto de má qualidade, mas a semente mal, essa sim, o fruto vai para o lixo.

Sendo assim, percebemos de que a corrupção, não vem de FHC, nem de Lula, nem de Dilma, do PT, PSDB, nem de Cabral ou de Portugal, mas está no coração do ser humano, que age sem nenhum tipo de respeito ao seu semelhante.

Por isso, estou consciente de que nem Temmer, nem Lula, nem Dilma, nem Marina, nem Bolsonaro, Ciro Gomes, político algum pode salvar o Brasil que já está tão mergulhado em corrupção desde o dia que foi descoberto, mas, respeitando todas as crenças do estado laico em que vivemos, apenas Jesus Cristo, aquele que é digno de toda a honra, toda a glória e todo o louvor, é quem pode pela sua infinita misericórdia, salvar o Brasil de um caos ainda maior do ponto de vista político e social.

De que maneira nascemos..? Por Genival Júnior

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Muita gente questiona as formas de existência da vida humana, principalmente para justificar o resultado daquilo que somos ou que estamos deixando de ser.

As pessoas normalmente não se conforma com o que são, e passam a questionar a tudo, a todos e até a Deus, para se descobrir de que forma ou formas elas são originárias, ou mesmo o que existe em contexto de vida antes de sua existência, para que justifique tais atitudes ou a falta delas, pois mesmo que algumas coisas aconteçam na medida certa, o comum é pecarmos pela falta ou excesso delas, pois se não, tudo seria perfeito.

Questionar, nada mais é do que o ato de aprender, pois se buscamos resposta para as coisas, precisamos perguntar a quem teoricamente tem mais a nos ensinar.

A Bíblia afirma no Salmo 139.16: Os teus olhos me viram a substância ainda informe, e no teu livro foram escritos todos os meus dias, cada um deles escrito e determinado, quando nem um deles havia ainda. Antes, no versículo sete, diz: Para onde me ausentarei do teu Espírito? Para onde fugirei da tua face?

Eu particularmente, pergunto a você: O que somos além de uma criança?. Não temos definição de personalidade, não temos conhecimento sobre qual profissão trabalharemos, por qual time vamos torcer, qual será a nossa religião, mesmo que nossos pais tenham a sua, ou se nenhuma, em que vamos acreditar ou deixar de acreditar.

Acredito piamente que somos apenas uma criança, pois a vida nos ensina que somos produto do meio, e deste sim, traçaremos características marcantes na formação da nossa personalidade e dos valores que serão adquiridos.

Reconhecer, no entanto, que fomos amados por Deus, quando sequer existíamos, faz parte do processo de amadurecimento da fé genuína, aquela que você vive na certeza de que o amor existe em todas as suas dimensões e ele é real, alcançada pelo perdão que é nos dado através do sacrifício de Jesus na cruz.

Amor para com Deus, a família, ao próximo, e até mesmo aos nossos inimigos, pois devemos acreditar na sinceridade e no respeito das pessoas, pelos bons valores que norteiam a vida.

No mesmo capítulo, no versículo treze, está escrito: Pois tu formaste o meu interior, tu me teceste no seio de minha mãe.

Questionar se Deus tem poder para interferir no nosso futuro, de fazer eu e você mudar de razão de viver e de pensar a vida, certamente a resposta a essa pergunta seria sim, mas não podemos esquecer que também temos direito a nossas escolhas.

Escolhemos nossa roupa, calçado, namorado(a), religião, time de futebol, cidade, estado e país de se morar, enfim tudo o que queremos, a partir da hora em que podemos tomas as decisões sobre a nossa vida, pois só lembrando, antes, éramos apenas uma criança.

Dessa maneira, permita que cresça em você um adolescente, jovem, adulto, senhor ou senhora com a capacidade de refletir sobre os problemas da vida e nos momentos de crise, dizer sempre: Elevo os meus olhos para os céus. De onde me virá o socorro: O meu socorro vem do Senhor que fez o céu e a terra!

Jesus ou Papai Noel: Para quem de fato é comemorado o natal?

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Costuma-se dizer que o natal reflete o nascimento de Jesus a cada mês de dezembro, quando é chegado o período em que se aproxima a virada de ano. Para muita gente, dezembro é tempo de refletir sobre as diferenças e pecados cometidos nas relações humanas ao longo de todo o ano, que tentamos reproduzir em arrependimento numa data que deveria ser tão importante.

Porém, precisamos refletir sobre algo que parece ser normal, mas tem tomado um sentido bastante diferente da realidade, quando levado em conta o princípio da fé cristã. Nesse contexto, devemos refletir sobre algumas perguntas: Qual a real data do Natal? Quem é o principal personagem do Natal? Quem é Jesus para você? Quem é Papai Noel e como foi introduzido a sua participação na data?

Em resposta podemos dizer que a Bíblia não revela com exatidão a data do nascimento de Jesus, mas apenas que ele nasceu sob o tempo em que a Judeia era governada pelo Império Romano. Por outro lado, que atualmente celebra-se muito mais a figura do Papai Noel do que a de Jesus Cristo, aquele que deveria ser reverenciado os 365 dias do ano como autor e consumador da vida, pois Ele se fez carne e habitou entre nós, e a sua glória foi vista como a do unigênito do Pai, cheio de graça e de verdade.

Nesse contexto, somos sabedores que Papai Noel nada mais é do que a representação de São Nicolau, um Bispo católico que viveu na Turquia na cidade de Mira, por volta do século quatro. Esses fatos nada mais são do que a transformação do Natal em um instrumento de idolatria e profanação, aquele que de fato veio ao mundo para que todo aquele que nEle crê não pereça mais tenha a vida eterna.

O mundo capitalista desfigura a autoridade e fidelidade a Jesus, para inserir em Papai Noel a cultura dos presentes, como se fosse possível a ele mudar a situação de vida de alguém, fato que também se configura na existência de mais de 1.100 denominações dadas a Maria, quando ela é apenas uma.

A Palavra de Deus, no entanto, não nos permite mediadores, seja no Natal, ano novo, começo, meio ou fim de ano, pois a Ele, só a Ele, Jesus Cristo de Nazaré, seja dada toda a honra, toda a glória e todo o louvor.

Cristo é quem nos salva, nos liberta e nos tira da ignorância. Ele morreu para perdoar os nossos pecados, e é o único que veio ao mundo para que tenhamos vida e vida em abundância. Façamos do Natal um novo tempo. De paz, de harmonia e reflexão, olhando unicamente para Jesus, autor e consumador da nossa fé. Que Deus nos abençoe hoje e sempre. Amém!

Qual é a verdadeira pesquisa?

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Estamos acostumados a ouvir que a verdadeira pesquisa á o resultado das urnas. Quem duvida? Acho que ninguém, e muito menos eu. Mas, precisamos estabelecer algumas verdades sobre o assunto para diferenciar uma pesquisa séria de outras tantas fraudadas que costumamos tomar conhecimento nos períodos eleitorais.

É bom lembrar, e isso eu falo por experiência própria em dezenas de trabalhos realizados, que o eleitor não costuma mentir ao pesquisador quando perguntado em quem vota. Daí, o pressuposto da confiabilidade do processo de avaliação técnica, observando-se apenas a margem de erro possível ao trabalho executado.

Vale salientar também, que uma pesquisa de cunho científico, começa a partir da definição das características sociais, políticas e geográficas da área a ser trabalhada, pois não podemos desprezar informações importantes nesse quesito.

Como exemplo claro disso, podemos citar o perfil social dos municípios de Patos e Campina Grande, que tem em sua distribuição pouco mais de 4% da população e do eleitorado, concentradas na zona rural, o que significa dizer que são municípios proporcionalmente semelhantes nesse ponto.

Outras dezenas de municípios de pequeno porte da Paraíba e do Nordeste possuem uma distribuição diferenciada nesse particular, quando em alguns deles a maior parte concentra-se até mesmo em comunidades rurais. Isso significa dizer, que é impossível realizar uma pesquisa tecnicamente correta sem considerar esses fatores, que se tornam determinantes no resultado final.

Outro aspecto importante é levar em consideração a distribuição proporcional por sexo e faixa etária, que varia tecnicamente de local pra local e carregam informações importantes levando em conta a experiência, preferência e visão política de cada cidadão e cidadã.

Fazer pesquisa, não é e nunca será a arte de sair ouvindo de modo aleatório, pessoas ou grupos de pessoas nas ruas e bairros dos municípios, nem de tentar adivinhar resultados que serão traduzidos em votos nas eleições, mas é a arte de interpretar a vontade popular manifestada através das opiniões.

Interpretar uma pesquisa é e sempre será, saber entender o momento político dos candidatos, a origem das opiniões favoráveis e contrárias aos postulantes da vida pública, sem nenhum tipo de paixão pessoal ou partidária, e, sobretudo, saber avaliar a tendência do momento considerando o antes e projetando o depois.

Por isso, continuo a dizer que a verdadeira pesquisa é e sempre será a das urnas, mas que nenhuma pesquisa realizada de modo sério, tentará fraudar à legítima e confiável vontade do povo, que se respeitada será retratada através dos institutos de opinião pública.

Não admito sim, que institutos de pesquisa sem qualquer confiabilidade científica e movidos pela ganância de faturar recursos oriundos da corrupção política eleitoreira, tentem influenciar na vontade soberana do povo, manifestada através da democracia.

São essas instituições, se é que assim podem ser chamadas, manipulam os resultados e que tentam manchar o seríssimo trabalho dos que suam a camisa por meio do compromisso em estabelecer a vontade popular estabelecida por meio da verdade e da liberdade de opinião. Por isso, respeitem a democracia e a soberana vontade do povo.

Genival Júnior-Diretor do Instituto patoense de Pesquisa e Estatística-INPPE

A igreja e o homossexualismo. Por Genival Júnior

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Nos últimos anos, percebo que tem havido muita falta de compreensão sobre a convivência dos grupos ativistas homossexuais e a igreja evangélica de um modo geral, podendo estender a situação para os demais grupos cristãos, como a própria igreja católica.

Em meio a tudo isso, está à sociedade, que desfruta de uma parcela de ignorância significativa do ponto de vista bíblico e por isso, não consegue interpretar a luz da Palavra de Deus, as coisas que são anunciadas em profecias ou pregações.

Atualmente, pastores e líderes tem se omitido a se pronunciarem sobre esse e outros assuntos, que sem dúvida, tem causado divisão de opinião até mesmo dentro da igreja, que temendo retaliações deixa de manifestar ou defender seus princípios.

Porém, precisamos deixar claro que não temos nada que impeça a boa convivência com pessoas homossexuais ou de qualquer grupo, desde que haja respeito. Porém, percebo que o respeito é algo que está deixando de existir em alguns casos de parte a parte.

Quando afirmamos que o homossexualismo é pecado, estamos baseados na Bíblia, que é a Palavra de Deus para os cristãos, que diz o seguinte em Romanos, capítulo 1 de 25 a 27: Pois eles mudaram a verdade de Deus em mentira, adorando e servindo a criatura em lugar do Criador, o qual é bendito eternamente. Amém. Por causa disso, os entregou Deus a paixões infames; porque até as mulheres mudaram o modo natural de suas relações íntimas por outro, contrário à natureza. Semelhantemente, os homens também, deixando o contato natural da mulher, se inflamaram mutuamente em sua sensualidade, cometendo torpeza, homens com homens, e recebendo, em si mesmos, a merecida punição do seu erro.

No entanto, precisamos entender que o homossexual não difere do adultério, da prostituição, da idolatria, feitiçaria, avareza, ira, discórdia, ou qualquer outro pecado, pois diante de Deus não existe pecadinho ou pecadão, tudo é pecado, tornando necessário entender que aos olhos de Deus, toda a prática pecaminosa precisa ser reprovada por aqueles que defendem as verdades contidas nas escrituras sagradas.

Vale salientar que o papel da igreja, daqueles que se julgam servos de Deus, é amar as pessoas. Porém, precisamos ter clareza quando definimos a palavra amor nesse contexto. Amar, nunca significa concordar com tudo, mas com aquilo que é bom, que é sensato, que é de boa fama, tudo o que é honesto, justo, amável, e assim por diante, pois é nisso que deve estar ocupado o nosso pensamento.

Na prática da vida, o cristão ama o homossexual ou a qualquer outro ser humano, quando trabalha, ora e luta para que ele ou ela, possa conhecer ao mesmo Jesus que morreu na cruz para redimir os pecados do homem natural que precisa ser transformado pelo poder restaurador do evangelho.

Eu posso e devo amar o homossexual, o adúltero, a prostituta, o idólatra, na mesma medida com que Jesus os amou, pois foi por eles, por mim e por todos nós que Ele sacrificou a sua própria vida, mas isso não significa aceitar as práticas pecaminosas e diabólicas inseridas na vida do homem pelo engodo de Satanás, que como príncipe deste mundo já está condenado ao inferno.

A igreja precisa entender isso, sem que crie um verdadeiro cabo de guerra com eles, nem tão pouco que fique recuada em um canto de parede temendo retaliações do governo, de grupos ativistas ou de quem quer que seja, pois é uma instituição independente que tem o direito de definir como e de que forma pratica a sua fé.

Confesso que conheço vários homossexuais em Patos, e nunca tive de ser indiferente com nenhum deles por conta de sua opção de vida íntima, nem tão pouco fui desrespeitado por eles. Por isso, sei que havendo respeito de parte a parte, a convivência estará garantida. O que não pode haver é intolerância, algo infelizmente praticado por alguns grupos.

Não é uma lei que deve me dizer de que modo eu devo crer, mas sim as minhas convicções, formadas a partir da minha família e de princípios, a qual Deus instituiu a partir da existência de pai e mãe. Dois homens ou duas mulheres, jamais conseguiriam a multiplicação da espécie humana, que gerou nos dias atuais mais de sete bilhões de pessoas e que já pôde fazer pisar sobre este planeta, 15 bilhões ou mais de pessoas.

Sei que quem vive em união estável como marido e mulher, têm seus direitos reconhecidos pela lei, a exemplo do direito de herança, e defendo os mesmos direitos para quem vive em união estável como casal homossexual, pois isso é sociedade.

No entanto, não aceito que isso gere o direito ao casamento, nem que sirva de instrumento para destruição da família tradicional, modelos instituídos por Deus quando disse: Portanto deixará o homem a sei pai e sua mãe e se unirá a uma mulher e serão os dois uma só carne. Dois homens e duas mulheres jamais farão  um filho acontecer, mesmo que troquem de sexo por dezenas de vezes, pois é algo que está contrário à natureza de Deus e a sua permissão ao homem.

Jesus Cristo é o mesmo ontem hoje e será eternamente, e por isso, creio que em sua infinita bondade, continuará salvando gregos e troianos, ou seja, não importando em que tipo de lama o homem ou a mulher venha estar atolado. Só o seu sangue derramado na cruz, poderá redimir a humanidade do pecado. Por isso, a ele, seja dada toda a honra, toda a glória e todo o louvor pelos séculos dos séculos. Amém.

Genival Júnior