A igreja e o homossexualismo. Por Genival Júnior

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Nos últimos anos, percebo que tem havido muita falta de compreensão sobre a convivência dos grupos ativistas homossexuais e a igreja evangélica de um modo geral, podendo estender a situação para os demais grupos cristãos, como a própria igreja católica.

Em meio a tudo isso, está à sociedade, que desfruta de uma parcela de ignorância significativa do ponto de vista bíblico e por isso, não consegue interpretar a luz da Palavra de Deus, as coisas que são anunciadas em profecias ou pregações.

Atualmente, pastores e líderes tem se omitido a se pronunciarem sobre esse e outros assuntos, que sem dúvida, tem causado divisão de opinião até mesmo dentro da igreja, que temendo retaliações deixa de manifestar ou defender seus princípios.

Porém, precisamos deixar claro que não temos nada que impeça a boa convivência com pessoas homossexuais ou de qualquer grupo, desde que haja respeito. Porém, percebo que o respeito é algo que está deixando de existir em alguns casos de parte a parte.

Quando afirmamos que o homossexualismo é pecado, estamos baseados na Bíblia, que é a Palavra de Deus para os cristãos, que diz o seguinte em Romanos, capítulo 1 de 25 a 27: Pois eles mudaram a verdade de Deus em mentira, adorando e servindo a criatura em lugar do Criador, o qual é bendito eternamente. Amém. Por causa disso, os entregou Deus a paixões infames; porque até as mulheres mudaram o modo natural de suas relações íntimas por outro, contrário à natureza. Semelhantemente, os homens também, deixando o contato natural da mulher, se inflamaram mutuamente em sua sensualidade, cometendo torpeza, homens com homens, e recebendo, em si mesmos, a merecida punição do seu erro.

No entanto, precisamos entender que o homossexual não difere do adultério, da prostituição, da idolatria, feitiçaria, avareza, ira, discórdia, ou qualquer outro pecado, pois diante de Deus não existe pecadinho ou pecadão, tudo é pecado, tornando necessário entender que aos olhos de Deus, toda a prática pecaminosa precisa ser reprovada por aqueles que defendem as verdades contidas nas escrituras sagradas.

Vale salientar que o papel da igreja, daqueles que se julgam servos de Deus, é amar as pessoas. Porém, precisamos ter clareza quando definimos a palavra amor nesse contexto. Amar, nunca significa concordar com tudo, mas com aquilo que é bom, que é sensato, que é de boa fama, tudo o que é honesto, justo, amável, e assim por diante, pois é nisso que deve estar ocupado o nosso pensamento.

Na prática da vida, o cristão ama o homossexual ou a qualquer outro ser humano, quando trabalha, ora e luta para que ele ou ela, possa conhecer ao mesmo Jesus que morreu na cruz para redimir os pecados do homem natural que precisa ser transformado pelo poder restaurador do evangelho.

Eu posso e devo amar o homossexual, o adúltero, a prostituta, o idólatra, na mesma medida com que Jesus os amou, pois foi por eles, por mim e por todos nós que Ele sacrificou a sua própria vida, mas isso não significa aceitar as práticas pecaminosas e diabólicas inseridas na vida do homem pelo engodo de Satanás, que como príncipe deste mundo já está condenado ao inferno.

A igreja precisa entender isso, sem que crie um verdadeiro cabo de guerra com eles, nem tão pouco que fique recuada em um canto de parede temendo retaliações do governo, de grupos ativistas ou de quem quer que seja, pois é uma instituição independente que tem o direito de definir como e de que forma pratica a sua fé.

Confesso que conheço vários homossexuais em Patos, e nunca tive de ser indiferente com nenhum deles por conta de sua opção de vida íntima, nem tão pouco fui desrespeitado por eles. Por isso, sei que havendo respeito de parte a parte, a convivência estará garantida. O que não pode haver é intolerância, algo infelizmente praticado por alguns grupos.

Não é uma lei que deve me dizer de que modo eu devo crer, mas sim as minhas convicções, formadas a partir da minha família e de princípios, a qual Deus instituiu a partir da existência de pai e mãe. Dois homens ou duas mulheres, jamais conseguiriam a multiplicação da espécie humana, que gerou nos dias atuais mais de sete bilhões de pessoas e que já pôde fazer pisar sobre este planeta, 15 bilhões ou mais de pessoas.

Sei que quem vive em união estável como marido e mulher, têm seus direitos reconhecidos pela lei, a exemplo do direito de herança, e defendo os mesmos direitos para quem vive em união estável como casal homossexual, pois isso é sociedade.

No entanto, não aceito que isso gere o direito ao casamento, nem que sirva de instrumento para destruição da família tradicional, modelos instituídos por Deus quando disse: Portanto deixará o homem a sei pai e sua mãe e se unirá a uma mulher e serão os dois uma só carne. Dois homens e duas mulheres jamais farão  um filho acontecer, mesmo que troquem de sexo por dezenas de vezes, pois é algo que está contrário à natureza de Deus e a sua permissão ao homem.

Jesus Cristo é o mesmo ontem hoje e será eternamente, e por isso, creio que em sua infinita bondade, continuará salvando gregos e troianos, ou seja, não importando em que tipo de lama o homem ou a mulher venha estar atolado. Só o seu sangue derramado na cruz, poderá redimir a humanidade do pecado. Por isso, a ele, seja dada toda a honra, toda a glória e todo o louvor pelos séculos dos séculos. Amém.

Genival Júnior

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